Cuiabá, Sexta-feira 21/09/2018

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11.01.2018 | 00h00

Ano novo, problemas velhos

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No comando do governo do Estado durante os primeiros dias do ano, o vice-governador Carlos Fávaro (PSD) passou praticamente todo o período durante o qual foi governador interino focado em encontrar dinheiro para fazer uma série de pagamentos. Segundo ele próprio, Mato Grosso fechou 2017 em condições muito melhores que outros estados brasileiros, em meio à crise, mas 2018 começou com as mesmas dificuldades de fluxo de caixa.

De volta ao trabalho

O governador Pedro Taques (PSDB) teve um retorno nada receptivo para o comando do governo do Estado, nesta quarta-feira (10). Chegou das férias de fim de ano já com a notícia de que não foi possível quitar, dentro da data limite, toda a folha de pagamento dos servidores públicos.

Compra

A Fazenda Itamarati Norte é apenas uma das fazendas que estão sendo adquiridas pelo ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), por meio da Amaggi. Segundo nota da empresa, a aquisição negociada é da “totalidade das ações do capital social da Companhia Agrícola do Parecis (Ciapar)”. A multinacional só não confirmou o valor da transação.

Salvo pelo TCE

Mais uma vez, uma metodologia diferente aplicada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) salvou as finanças da administração estadual. Foi o resultado do cálculo feito pela Corte, que divergiu dos números apresentados pelo governo federal, que acabou embasando uma decisão da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela retirada de Mato Grosso do cadastro de inadimplentes com a União.

Mudança na metodologia

Em 2016, outra alteração numa metodologia do TCE também livrou o governo do Estado de um problemão: estourar o limite de gastos com pessoal. A Corte excluiu da conta os servidores da Defensoria Pública e o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF). Não fosse por isso, em 2017, a extrapolada no limite prudencial de gastos com a folha de pagamento, registrada em outubro, teria sido algo muito mais grave.

Confirmação

Outros presidentes de partidos, entre eles, o do PDT, Zeca Viana, já confirmaram o envolvimento do ministro nas articulações. Lideranças do interior do Estado, inclusive, dizem que têm recebido convites para se filiar a partidos que apoiarão a empreitada, entre eles, o PP de Maggi. Na lista dos assediados, aliás, estão diversos tucanos.

Articulação

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, teria desmentido as afirmações do presidente estadual do PP, Ezequiel Fonseca, de que é o senador licenciado quem está articulando uma eventual candidatura do ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes, ao governo do Estado. Acontece que Ezequiel não foi o único a fazer tal afirmação.

Mais prioridades

Durante esse tempo, além de socorrer setores que já passavam por problemas financeiros, como a saúde, para o qual foram liberados aproximadamente R$ 22 milhões, Carlos Fávaro ainda precisou estar atento a problemas novos. Com o início do período chuvoso, tomou a decisão de destinar R$ 30 milhões para a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) para tentar manter as estradas trafegáveis.
 

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