Cuiabá, Sábado 22/09/2018

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26.06.2018 | 00h00

Da inflação...

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Até o início do ano com problemas por ter pré-candidatos ao Senado demais para as duas vagas de sua chapa nas eleições deste ano, o governador Pedro Taques (PSDB) agora está, na realidade, com espaço sobrando. Jayme Campos (DEM) e Carlos Fávaro (PSD) migraram para outros projetos e só sobrou mesmo Nilson Leitão (PSDB).

...à deflação

Na lista dos que também chegaram a disputar espaço ao Senado na chapa encabeçada pelo governador, que vai tentar a reeleição, o deputado federal Adilton Sachetti (PRB) continua na mesma situação, só trocou de pré-candidato ao governo. Agora luta para ser o escolhido por quem organiza a chapa de Mauro Mendes (DEM).

Esperando

Enquanto isso, a juíza aposentada Selma Arruda (PSL), que também quer ser eleita senadora, continua esperando por um candidato ao governo perfeito, que atenda todos seus requisitos e, mais, que só ande com pessoas igualmente ilibadas. Segue dispensando um por um para não correr o risco de ser acusada de estar em um palanque com alguém que já passou ou que poderia muito bem ter passado pela sua antiga sala de audiência, na Sétima Vara Criminal de Cuiabá.

Meia palavra basta

Cotado como uma opção a vice-governador, tanto pelo grupo do ex-prefeito Mauro Mendes (DEM), quanto do governador Pedro Taques (PSDB), o empresário Roberto Dorner, filiado no PSD, segundo o que se comenta nos bastidores, já avisou ambos os lados que só começa a conversar a respeito de eleição depois que algumas ‘pendências‘ forem resolvidas entre as partes.
Entendedores, entenderão.

Reputação...

Roberto Dorner, diga-se de passagem, passou a ser ‘noiva‘ cobiçada da vez porque, primeiro, é representante da região norte do Estado, que anda no radar de todos os pré-candidatos ao governo...

...e ’dote’

...segundo porque, sem Blairo e Eraí Maggi no apoio das campanhas, um empresário do porte de Dorner é sempre bem-vindo para uma campanha, ainda que haja um teto de gastos a ser cumprido.

Deslize

Em sua passagem por Cuiabá, o ex-ministro da Fazenda e pré-candidato à Presidência da República pelo MDB, Henrique Meirelles, cometeu um pequeno deslize. Ao afirmar que seu governo (se eleito) será no sentido de continuar políticas econômicas adotadas durante o governo Lula - época em que foi presidente do Banco Central - e algumas da gestão Michel Temer, deixou escapar um “tem que manter isso aí”, mesma frase (segundo os irmãos Batista, da JBS) dita pelo atual presidente em um áudio entregue como prova em acordo de delação premiada.
 

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