Cuiabá, Quarta-feira 14/11/2018

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06.02.2018 | 00h00

Dois coelhos

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Enquanto isso, o governador Pedro Taques já estaria aproveitando que terá que escolher um substituto para Wilson Santos na Secretaria de Cidades para resolver dois problemas: a vaga no staff e o apoio à sua candidatura à reeleição. Para isso, teria oferecido a cadeira ao PTB. O curioso é que o nome cogitado é o do vice-prefeito de Cuiabá, Niuan Ribeiro.

Lá e cá

Não é de hoje que o PTB oscila entre situação e oposição ao governo Taques. Com a aproximação das eleições e a união com o MDB de Emanuel Pinheiro, o partido convidou Antonio Joaquim para disputar o Paiaguás, mas acabou com os planos frustrados pela Polícia Federal. Agora, a legenda foca mais numa chapa proporcional que pode, ou não, pedir votos para o tucano.

Sonrisal

E para aqueles que achavam que somente a definição das vagas na chapa majoritária apaziguaria os ânimos, uma das vozes presentes teria disparado: “tudo bem, todo mundo acertado e conversado, mas e a situação econômica de Mato Grosso? Ou alguém nesta roda acha que convence o eleitor apenas com a definição dos nomes?”. Faltou Sonrisal para controlar a azia da feijoada...

Paz até...

O governador Pedro Taques (PSDB) conseguiu pacificar as vaidades dentro do ninho tucano, o seu partido, e com o PSD, do vice-governador Carlos Fávaro. A paz foi selada em almoço servido no final de semana. Em tese, todos decidiram caminhar juntos. Não se sabe até quando, mas os ruídos que existiam, por enquanto, passaram.

Sobremesa

Mas como em mesa farta sempre tem algum problema, eis que a sobremesa, aquela famosa cereja do bolo, não passou pela garganta de muitos. A união incluiu somente os membros do próprio partido de Pedro Taques, o PSDB, e os do PSD, de Carlos Fávaro. Ficaram de fora da chapa majoritária, por falta de vagas, nada mais nada menos do que o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, e o ex-senador Jayme Campos (DEM).

Na torcida

Por enquanto, a candidatura a deputado federal do titular da Secretaria de Estado de Educação continua de pé. Mas, se uma segunda vaga na Corte de Contas surgir, Marrafon deve ser o indicado. E como a vaga mais próxima é a de Antonio Joaquim, o conselheiro afastado do TCE pode ter encontrado mais um para torcer para que o STF libere logo sua aposentadoria.

Cardápio

A gafe no encontro ficou por conta do cardápio do almoço servido: feijoada. Todos gostam, mas como a rota de colisão de Pedro Taques era maior com o deputado federal, também tucano, Nilson ‘Leitão’, o prato acabou indigesto. Pelo menos não serviram leitão à pururuca.

Conselheiro

Além de Wilson Santos (PSDB), outro secretário de Estado pode se tornar conselheiro do Tribunal de Contas, se o Judiciário colaborar. Marco Marrafon, que há pouco se filiou e assumiu a presidência do PPS em Mato Grosso, já teria fechado acordo com o governador Pedro Taques para sua indicação.
 

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