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17.05.2018 | 00h00

Estranho

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Soou, no mínimo, estranha a reação do governo do Estado à decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que determinou a suspensão do pagamento da RGA.
O mais provável é que o governador Pedro Taques (PSDB) esteja tentando evitar mais um desgaste com os servidores públicos - desde 2016 a maior força contrária à gestão do tucano. Mas também tem quem diga que tudo não passaria de uma estratégia para o governador “aparecer”.

Ausência


Pedro Taques não compareceu, mas acabou sendo um dos assuntos mais comentados. O motivo foi, justamente, sua ausência, já que o tucano foi convidado. A iniciativa acabou dando margem para as especulações sobre o distanciamento entre o governador e Jayme Campos, devido ao processo eleitoral. Em tempo, o DEM continua firme e forte no projeto de encontrar um nome próprio ao governo do Estado.

Segurança


O ex-governador, diga-se de passagem, estava acompanhado de um segurança particular. Fontes extraoficiais afirmam se tratar de um policial militar que presta serviços a Silval Barbosa fora do horário de expediente.
A julgar pela quantidade de pessoas citadas na delação, a lista de desafetos do ex-governador não deve ser nada pequena.
 

Visita

O compartilhamento de sua delação entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Ministério Público Estadual (MP) levou o ex-governador Silval Barbosa a uma reunião com o procurador-geral de Justiça, Mauro Curvo, e com membros do Núcleo de Ações de Competências Originárias (Naco) nesta quarta-feira (16).
O encontro foi fechado, mas informações dão conta de que na pauta estiveram questões cíveis relacionadas aos esquemas delatados por ele.
Vale lembrar que, não faz muito tempo, o MP denunciou, na esfera cível, 12 pessoas envolvidas no, segundo Silval, pagamento de propina filmado dentro do Palácio Paiaguás.

Folha de pagamento


Basta lembrar o início da gestão, quando o primeiro embate entre servidores e governo por conta do pagamento da RGA ocorreu.
Na época, o discurso do Executivo - reproduzido pela boca de deputados da base governista, já que parte do desgaste foi assumido pela Assembleia Legislativa - era de que o Estado precisava reduzir gastos com a folha de pagamento e que a concessão do benefício poderia culminar no atraso de salários, uma situação que, no final das contas, acabou mesmo ocorrendo.

Esclarecendo


A Gazeta, por sua vez, esclarece ao leitor que o termo “imbróglio jurídico”, usado na reportagem desta quarta-feira (16) e questionado por Fabris, é a livre interpretação editorial deste veículo sobre a situação protagonizada pelos dois poderes, que divergem quanto à legalidade da prisão do deputado Mauro Savi (DEM).
Destacamos ainda que na referida matéria consta a informação de que Gilmar Fabris defendeu o diálogo entre a AL e o desembargador, como também a declaração de que o deputado, na condição de vice-presidente do Legislativo, não se declarará impedido de presidir sessão, que pode resultar na liberdade de Savi.
 

Enfrentamento

Vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gilmar Fabris (PSD), encaminhou nota à redação em que nega enfrentamento entre o Parlamento e o Judiciário, no caso da prisão do também deputado Mauro Savi (DEM).
Fabris afirma que, em entrevista à Rádio Capital FM, apenas reforçou a ‘prerrogativa da Assembleia em realizar sessão para decidir pela soltura ou não de seus membros conforme assegurado pela Constituição do Estado‘, entendimento contrário ao do desembargador José Zuquim Nogueira, que chegou a recomendar aos parlamentares que evitassem decisões nesse sentido.
 

Prestígio

O casal Jayme e Lucimar Campos (DEM) foi extremamente prestigiado no encerramento da comemoração pelos 151 anos de Várzea Grande. No desfile cívico e militar que marcou o fim da festa de 15 dias, compareceram os presidentes do Tribunal de Justiça, Rui Ramos, da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, e o chefe do Ministério Público Estadual, Mauro Curvo. Apenas o governador Pedro Taques (PSDB) não se fez presente.
 

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