Cuiabá, Quinta-feira 20/09/2018

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26.11.2017 | 00h00

Gasto mais alto

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso é citada com destaque em um levantamento feito pelo cientista de dados Leonardo Sales, mestre em economia pela Universidade de Brasília, que comparou o custo de leis aprovadas pelos legislativos de todo o país. A ALMT é classificada pela pesquisa como pouco produtiva, mas com altos gastos. Mato Grosso, segundo o pesquisador, possui a verba de gabinete mais cara do país, R$ 65 mil por mês relativos ao mandato. O estudo foi publicado neste fim de semana pelo jornal Folha de São Paulo. A conclusão é de que cada uma das mais de 4 mil leis aprovadas no país possuem um custo de R$ 4 milhões ao contribuinte.

Sem contato

Ao passo que Zaqueu Barbosa é apontado como o criador do grupo de interceptações telefônicas ilegais, o cabo Gerson Corrêa comandava a parte operacional, como resultado de sua experiência com o assunto quando atuava no Gaeco. Ele chegou a escrever uma carta de dentro de cadeia para o coronel Evandro Lesco, que estava detido em outra unidade, prometendo fidelidade ao grupo e à amizade entre eles. Como as medidas cautelares impedem Lesco e os demais suspeitos de terem contato, Gerson e Zaqueu estão isolados. E cada vez mais a máxima do ‘cada um por si’ se aplica ao caso.

Orçamento

O governo de Mato Grosso realiza na próxima terça-feira a audiência pública que irá debater o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2018. A audiência também será realiza na quinta-feira (30), às 9h, na Assembleia Legislativa (ALMT). Na ocasião, a Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan) irá apresentar a peça orçamentária proposta pelo Executivo, que estima a receita e fixa as despesas do Estado para o exercício financeiro seguinte.

Confessou

Em audiência na 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Cleonice Adams, que é viúva ex-secretário-geral Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Edemar Nestor Adams, confirmou que o marido participava de esquema de desvio de dinheiro operado na época em que José Riva presidia o Legislativo Estadual.
O esquema foi investigado na Operação Imperador e resultou na 1ª prisão de José Riva em fevereiro de 2015. De acordo com o Gaeco, foram desviados mais de R$ 62 milhões através da compra simulada de materiais gráficos e de papelaria junto a empresas de fachada.

Segóvia

Tem causado polêmica a atuação do novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia. Muito em função das desconfianças que recaem sobre um possível esfriamento das investigações contra a corrupção no Brasil, sobretudo a Lava-Jato. Na semana passada, Segóvia citou o caso da mala suspeita carregada pelo ‘emissário’ de Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures, que continha cerca de R$ 500 mil, ponderando que apenas uma mala ‘pode não configurar corrupção’.

Emendas

Em tempos de crise, a luta pela liberação de recursos por parte da bancada federal de Mato Grosso pode se tornar ainda mais pesada no fim deste ano. Estão no alvo do cronograma de cortes do governo federal as emendas impositivas, as chamadas emendas de bancada, que este ano já geraram polêmica quanto à sua destinação. A tendência é de que haja um corte de 30% no valor de todas as emendas impositivas dos estados para 2018 e cada bancada teria que indicar já neste fim de ano quais áreas devem ser afetadas. Estima-se que a Saúde seja a maior prejudicada caso isso se confirme.

Honra

A juíza da 7ª Vara Criminal de Mato Grosso, Selma Arruda, voltou a ser comparada com o juiz Sérgio Moro, em reportagem publicada neste sábado pelo jornal Folha de São Paulo. ‘É um apelido muito honroso para mim’, afirmou, ponderando em seguida que não acredita que a Lava Jato tenha inspirado outras operações contra a corrupção pelo país. Segundo ela, cada operação só é deflagrada quando há provas indiciárias suficientes. A reportagem cita operações em vários estados que ocorreram nos moldes da Lava Jato, entre elas a Sodoma, realizada em Mato Grosso, Lama Asfáltica, em Mato Grosso do Sul e Andaime, na Paraíba.

Esquecido

Em sigilo no Superior Tribunal de Justiça, as investigações relativas à grampolândia pantaneira esfriaram nas últimas semanas. Quase todos os envolvidos no caso foram soltos e cumpre medidas cautelares em suas residências, com exceção de dois personagens tidos como fundamentais no processo: o coronel Zaqueu Barbosa e o cabo Gerson Corrêa. Zaqueu, por exemplo, está preso desde maio deste ano e, ao longo deste período, havia a especulação de que ele fecharia um acordo de delação premiada para contar tudo o que sabe. Até agora nada se confirmou neste sentido e o coronel e o cabo seguem ‘esquecidos’ na cadeia.

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