Cuiabá, Quarta-feira 17/10/2018

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22.05.2018 | 00h00

Nada bom

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Passados cinco meses do início de 2018, a população mato-grossense já viu muita movimentação na política, mas, infelizmente, nada que seja positivo.
Na Câmara de Cuiabá e, principalmente, na Assembleia Legislativa praticamente nada foi decidido em prol dos cidadãos que os parlamentos representam.
As únicas providências para termos um Estado melhor parecem estar sendo tomadas pelo Ministério Público e pela Polícia, com a deflagração de ações para livrar a política da corrupção ou, pelo menos, atenuar os efeitos dela.

Crise. Que crise?

O repasse dos duodécimos aos poderes ainda não foi atualizado - pelo que se sabe os valores de 2018 estão sendo pagos em dia, porém ainda há uma dúvida dos anos anteriores -, mas alguns chefes de instituições parecem nem se lembrar mais da ‘crise‘ pela qual alegam ter passado recentemente.
Exemplo disso é a decisão do Tribunal de Justiça de aumentar os salários e benefício pagos a seus servidores.

Na AL também


O TJ não é o único. Na Assembleia Legislativa os salários dos servidores chegaram a ‘atrasar‘, deixando de ser pagos no último dia do mês e passando a ser depositados no dia 5 do mês subsequente.
Mas programas como o AL Itinerante foram retomados neste ano. Um programa que, diga-se de passagem, não oferece tanto mais à população do interior do que já faz a Caravana da Transformação.
 

Enquanto isso...

A única instituição que, de fato, parece continuar sofrendo com a questão do duodécimo não pago em 2016 e 2017 é a Defensoria Pública que, aliás, é a que recebe a menor fatia do dinheiro distribuído pelo governo do Estado.
Justamente a instituição que tem o trabalho mais voltado à população mais carente, que realmente não pode ficar sem assistência. Ou alguém aí ouviu falar que as 15 unidades da Defensoria fechadas no ano passado se abriram?
 

Reeleição

Depois do PSD, é a vez do PP passar por uma crise interna que tem entre os motivos o racha no partido sobre a decisão de apoiar ou não a eventual candidatura do governador Pedro Taques (PSDB) à reeleição.
Os progressistas, no entanto, têm um problema a mais: o apoio à gestão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), o que tem colocado os vereadores em verdadeiro pé de guerra dentro da Câmara de Cuiabá.

Sozinho não


Ao contrário do que ocorreu no PSD, no entanto, onde o presidente do partido, Carlos Fávaro, peitou os deputados que divergiam de opinião, no PP quem poderia colocar ordem na bagunça não tem se manifestado muito. Presidente estadual, Ezequiel Fonseca se limita a repetir a frase de que não tomará decisões sozinhos, enquanto o ministro Blairo Maggi... bom, esse parece não querer nem ouvir falar do assunto.

‘Aproveitador’


Enquanto isso, quem parece estar aproveitando bem a situação é o governador Pedro Taques. Assim como no caso do PSD, o tucano não tem o apoio ‘oficial‘ do PP, mas tem na sigla quem não abra mão de estar ao lado nas eleições deste ano. Se não agrega para sua própria campanha à reeleição, com certeza deve prejudicar a campanha do adversário com quem esses partidos acabarem se aliando.
 

Terça decisiva

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) decide nesta terça-feira (22) se mantém ou não a medida cautelar que determinou a suspensão do pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) aos servidores públicos estaduais.
Seja lá qual for a decisão, o certo é que a gestão Pedro Taques (PSDB) não deve perder a oportunidade de ‘limpar a barra‘ com os sindicatos, afinal, quando haverá outra oportunidade dessas para o governo que não queria pagar o benefício e ainda atrasou salários?
 

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