Cuiabá, Quinta-feira 20/09/2018

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28.12.2017 | 00h00

Prévias

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Uma ala de tucanos já estaria se organizando para que, antes das convenções, ocorram prévias dentro do partido para definir quem será o candidato ao governo do Estado pela legenda nas eleições de 2018. Nomes como o de Rogério Sales estariam na lista dos possíveis concorrentes ao cargo que, na defesa de outra ala do partido, tem que ser do governador Pedro Taques que, se candidato, disputará a reeleição.
A defesa pela realização das prévias seria mais um capítulo da disputa interna que estaria sendo protagonizada por Taques e pelo deputado federal Nilson Leitão.

Apoio

Os votos de dois vereadores a mais provavelmente não fariam diferença para que as emendas impositivas do vereador Felipe Wellaton (PV) ao orçamento municipal de 2018 fossem aprovadas, mas o “apoio moral” que Diego Guimarães (PP) e Marcelo Bussiki (PSB) poderiam ter dado ao colega de oposição fez falta na sessão plenária desta quarta-feira (27) na Câmara de Cuiabá.
Diego não compareceu por estar viajando. Já Bussiki é mais uma vítima do surto de conjuntivite que se abateu sobre a Capital. Com isso, Wellaton ficou praticamente isolado no plenário em meio aos discursos de crítica dos demais parlamentares.

Aliança

O governador Pedro Taques (PSDB) estaria encorajando aliados políticos a se filiarem ao Solidariedade para disputar cargos disponíveis nas eleições do ano que vem. A ligação do tucano com a legenda seria por conta de uma relação cada dia mais próxima com o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio (SD), que, quando deputado estadual, nunca perdeu a oportunidade de demonstrar apoio ao governo.

Crise

Há quem diga que o governo Pedro Taques (PSDB) estaria, a cada dia, se “embaralhando” mais com os números da arrecadação de impostos em Mato Grosso. O discurso de dificuldades financeiras para honrar os compromissos e de queda na arrecadação seria, numa tese defendida por alguns, contrário ao que percebem no Estado.

Desistência

Apesar de o PTB já ter estipulado um prazo para que o conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Antonio Joaquim resolva sua situação jurídica, a candidatura dele ao governo nas eleições do ano que vem parece ser uma aposta mais forte dentro do partido do que do próprio Joaquim. O conselheiro já teria considerado desistir definitivamente da empreitada e não teria feito o anúncio porque petebistas disseram ainda acreditar na chance de reversão da situação que hoje o impede de disputar o comando do Palácio Paiaguás.

Projeto

Aliás, o ministro Blairo Maggi tem visto seu nome a cada dia mais próximo dos tucanos, retomando um sonho antigo do novamente presidenciável Geraldo Alckmin, governador de São Paulo: ter o representante do agronegócio como seu candidato a vice na disputa pela presidência da República. Em 2006, o projeto não emplacou. Agora poderia emplacar.

Vingança

Soou como vingança e, ao que parece, os vereadores de Cuiabá sequer fizeram questão de disfarçar: reprovaram as emendas impositivas que Felipe Wellaton (PV) tinha direito a apresentar ao orçamento municipal de 2018. A iniciativa se demonstrou como bem mais que apenas uma retaliação um vereador de oposição. Foi também uma claríssima resposta à atitude de Wellaton de denunciar o suposto vínculo entre a suplementação de R$ 6,7 milhões para Câmara (que acabou anulada pela Justiça) e a falta de apoio dos vereadores à criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB).

Sucessor

O senador e ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi (PP), reconhecidamente um homem forte perante o presidente da República Michel Temer (PMDB), parece não ter conseguido emplacar seu sucessor no ministério. Maggi até que tentou deixar na sua cadeira, a partir do seu retorno para o Senado, já que irá disputar as eleições do ano que vem, Eumar Novacki, atual secretário executivo da pasta. O veto ao nome indicado, no entanto, teria partido de seu próprio partido, o PP.
 

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