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08.12.2017 | 00h00

Salário

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Para o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (PSB), um pagamento de R$ 18 mil líquidos por mês não pode ser considerado um salário alto. A afirmação foi feita durante entrevista à Rádio Vila Real, na manhã de quinta-feira (7), e se refere ao valor recebido pelos deputados estaduais que, aliás, como lembrado pelo próprio socialista, também têm direito a R$ 65 mil mensais a título de verba indenizatória. Botelho fez o comentário ao ser questionado por um ouvinte sobre a decisão do deputado federal Tiririca (PR-SP) de deixar a vida pública. Uma das críticas do republicano foi quanto ao valor do salário dos parlamentares em comparação ao trabalho prestado à sociedade.

Dificuldades

Quem concorda com o presidente da Assembleia Legislativa quanto ao valor do salário dos deputados é Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD). O pessedista já defendia que parlamentares não são bem remunerados desde 2015, quando o valor da verba indenizatória paga aos deputados estaduais passou de R$ 35 mil mensais para R$ 65 mil. Na época, Nininho era primeiro-secretário da Assembleia e, para defender o reajuste então proposto, afirmou que alguns parlamentares encontravam dificuldades para se manter com o salário que recebiam.

Projeto

Ainda de acordo com o site, o projeto de lei em questão, cria a Política Municipal de Saneamento Básico. Vereadores, no entanto, afirmam que a intenção real é estabelecer o pagamento de uma taxa para coleta de lixo em Pontes e Lacerda, criando um conselho de fundo municipal de saneamento. A proposta entrou em votação na Câmara de Vereadores na última segunda-feira (5), mas acabou sendo retirada de pauta. A previsão agora é que volte a ser discutida na próxima sessão plenária, a ser realizada no dia 11 de dezembro.

Agronegócio

O senador Wellington Fagundes (PR) voltou a defender a necessidade de que os avanços no setor do agronegócio ocorram entrelaçados com os setores de logística e armazenamento, necessários para o escoamento da produção. Participando do 5º Fórum Nacional de Agronegócios: Desafios e Oportunidades, realizado pelo Instituto Brasileiro de Ação Responsável, nesta quinta-feira (7), em Brasília, o republicano disse ser inadmissível que produtos colhidos continuem sendo armazenados a céu aberto.

Auxílio

Enquanto isso, tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que acaba com o pagamento de auxílio-moradia nos três Poderes. O projeto é fruto de uma iniciativa popular e contou com mais de 600 mil assinaturas de apoio à sua apresentação no Portal e-Cidadania. O autor do projeto é o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), para quem o benefício é “inadequado”, especialmente em tempos de crise. O senador admite, entretanto, que a ideia enfrenta muita resistência por parte de parlamentares e de servidores públicos.

Próstata

Ao defender um projeto de lei de autoria do Executivo, o prefeito de Pontes e Lacerda, Alcino Barcelos (PRB), fez uma declaração, no mínimo, inusitada. “Lei é igualzinho exame de próstata: não tem como colocar só o pedacinho do dedo, é o dedo inteiro”. Segundo o site Guia Lacerda, a afirmação ocorreu durante uma entrevista e repercutiu negativamente nas redes sociais. A principal crítica em relação à analogia feita se deu por conta de todo o tabu que já paira acerca do exame do toque que, segundo especialistas, precisa ser feito anualmente por homens com idade acima dos 45 anos.

Lamento

O senador José Medeiros (Pode) lamentou a decisão do deputado federal Tiririca (PR-SP) de deixar a vida pública. Tiririca fez o anúncio na última quarta-feira (6), alegando estar decepcionado com o que encontrou na política. Em discurso no plenário do Senado, Medeiros afirmou que desistir, como fez o deputado, não é uma boa saída. Para o senador, a decisão do parlamentar republicano passa uma mensagem errada para a população. Medeiros defendeu que os insatisfeitos usem todos os espaços possíveis para tentar fazer diferente e apontar novos rumos para o país.

Preconceito

Entre os assuntos discutidos no evento esteve o relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) de 2015 que aponta que até 2050 o Brasil terá de ampliar em 70% sua produção de alimentos. Também presente no Fórum, o deputado federal Nilson Leitão (PSDB), presidente da Frente Parlamentar de Agropecuária, afirmou que o setor rural ainda é fortemente prejudicado pelo ‘preconceito movido a ideologias‘ que, segundo ele, trava o desenvolvimento nacional nesta área.
 

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