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27.02.2018 | 00h00

Cooperativismo em tempos de retração

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Os números apresentados pelo Sicoob referentes aos resultados de 2017 mostram um movimento diferente no setor financeiro. Durante muito tempo os bancos anunciaram, junto com os altos lucros, um acentuado crescimento em suas redes de atendimento. Isso mudou. Pelo menos no que diz respeito à expansão das agências, o que vem se verificando agora com as cooperativas de crédito.

O Sicoob, por exemplo, que já era a maior instituição financeira cooperativista do país, conseguiu alcançar a quinta posição entre as maiores redes de atendimento. Também chegamos à marca dos 4 milhões de cooperados no Brasil. Enquanto o Sistema expandiu 5,7%, comparado com o ano anterior, as instituições financeiras tradicionais fecharam mais de 1.400 agências. Interessante que várias das agências que abrimos recentemente em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul ocupam imóveis que foram instituições bancárias.

Nosso movimento, seguindo os princípios cooperativistas, tem sido no sentido de nos aproximarmos cada vez mais de nossos associados, que na verdade são nossos sócios, os verdadeiros donos das instituições financeiras. Nas cooperativas a preocupação é em oferecer um atendimento mais humanizado, pessoal, sem abrir mão dos benefícios que as novas tecnologias oferecem. Neste ponto, inclusive, somos pioneiros.

Se trata de estar próximo de nosso associado, de atendê-lo da melhor forma, escutá-lo, fazer com que se sinta em casa mesmo. Afinal, as cooperativas são isso mesmo. Ao visitar uma agência, ele está visitando algo que é seu e, como tal, merece o melhor tratamento possível. Isso é feito tanto no acolhimento como no oferecimento dos mesmos produtos do sistema bancário tradicional com taxas bem menores.

Ao dar aos nossos cooperados melhores condições de negócios, estamos colaborando para que progridam. No cooperativismo a busca é pelo progresso da comunidade, do meio em que se está inserido. Queremos estar sempre próximos de nossos associados e trabalhamos para que ele tenha plena condição de alcançar seus objetivos.

Em tempos de economia retraída e crédito restrito, de falta de esperança numa melhora do mercado, a boa e velha máxima "a união faz a força" mostra ser a mais acertada. A história mostra bem isso. Em alguns dos momentos mais difíceis da humanidade a solução veio, não por acaso, graças à cooperação mútua.

Aifa Naomi Uehara de Paula é presidente do Sicoob Central MT/MS

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