Paciência e persistência - III | Gazeta Digital

Quinta, 01 de setembro de 2016, 00h00

Paciência e persistência - III


Na semana passada falávamos sobre a paciência. Precisamos esperar o tempo natural para que as coisas aconteçam. Mas, quando fazemos tudo certo e o resultado não vem?
Bem, essa é uma questão que amplia a complexidade das aqui já tratadas. Mas, a primeira pergunta que vem é: será que fizemos tudo certo, mesmo? Para garantir isso, devemos ter certeza que conhecemos todas as leis naturais que envolvem tal situação e ter domínio sobre todos os fatores que impactam direta ou indiretamente naquele nosso objetivo, para que possamos avaliá-las:o que houve que não estava nos nossos planos? O que fugiu do nosso controle? O que deu errado que podemos consertar na próxima vez?
A questão é que, quando não dominamos tudo o que interfere no processo que nos levará ao resultado pretendido, não saberemos se fizemos tudo o que deveria ser feito. De qualquer maneira, há momentos em que o certo a fazer é esperar (que está ligado à paciência). Outras, é fazer de novo, de um outro jeito, para que haja a maturação da aprendizagem, do processo e, consequentemente, da condição favorável para que o resultado apareça. O persistente é diferente do teimoso. Este, continua, e o faz da mesma forma, mesmo quando as perspectivas e cenários indicam a inclinação para o fracasso. Age no presente rumo ao futuro, com dados passados, como se as coisas continuassem estanques. O persistente, por sua vez, busca novas condições de alteração de cenário. Ele evolui no processo. Age no presente rumo ao futuro e com vistas ao futuro, buscando novas alternativas, alterando as perspectivas, inclinando-as, sempre que assim for possível, ao sucesso. Encontra novos caminhos que levam ao destino desejado, quando um, ou vários, se fecham.
Assim, a junção desses dois comportamentos, o paciente, para fazer o que tem que ser feito a seu tempo (incluindo o de esperar a maturação), e o persistente (o de buscar novas alternativas, novos caminhos, quando tudo parecer perdido) é condição sinequa non para o sucesso. É uma escolha. É mais ou menos o que diz Renato Russo em A Via Láctea: ‘Quando tudo está perdido / sempre existe uma luz / quando tudo está perdido / sempre existe um caminho‘. Aí, cabe a cada um escolher o que fazer, se seguir em frente ou, como diz, também, a canção, se sentir sozinho e não ser mais quem é. Pense nisso, se quiser, é claro!

Claudinet Coltri Junior é palestrante, consultor organizacional e educacional, professor e diretor da Nova Hévila Treinamentos. Website: www.coltri.com.br - E-mail: coltri@coltri.com.br - facebook.com/coltrijunior.



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