Quinta, 29 de setembro de 2016, 00h00

Três assuntos de MT


A fábrica de brinquedos Estrela está levando parte de sua produção para o Paraguai. Também a Guararapes que comanda as lojas Riachuelo. Outras empresas já foram ou estão indo, inclusive de Mato Grosso. Aproveitam a Lei de Maquila, aquela que dá vantagens enormes para se instalar no país, incluindo importar máquinas e matérias primas com taxação quase zero.
 Para competir com o que oferece o Paraguai, a ZPE é uma alternativa. E por falar nisso, como anda a ZPE de Cáceres? O governo destinou 16 milhões de reais para o trabalho inicial de implantação. O estado está com dificuldade de caixa no momento que pode até retardar um pouco aquele trabalho.
Não daria para tirar um pedacinho do Fethab 2 para realizar aquela importante obra? Tirar, digamos, dez milhões por ano durante três anos. Com 30 milhões a ZPE estaria quase pronta.
A Assembleia Legislativa não vai negar aprovar uma ação dessas. A ZPE funcionando seria bom para a agroindústria estadual para sair dessa quase eterna exportação de matéria prima e, por consequência, a Fiemt, Famato, Aprosoja e Ampa não devem ir contra essa hipótese. Por que a secretaria de Desenvolvimento Econômico não assume esse trabalho de tirar durante três anos 30 milhões do Fethab para criar de fato a ZPE?
A assessoria de imprensa de Blairo Maggi fez um bom trabalho sobre a viagem dele à Ásia. Mostraram que ele não participou da eleição em MT porque estava vendendo coisas do Brasil em outros lugares no mundo. Depois da eleição, ele e se aproxima de quem quiser sem o desgaste que teria se entrasse nas disputas.
Em Cuiabá tem segundo turno e ele já se definiu pelo Emanuel contra o Mauro Lara ou Wilson Santos. Se o embate for entre o Emanuel e Wilson, Mauro Mendes seguiria a escolha do Blairo? Segundo turno entre os dois seria ilustrativo sobre o quadro eleitoral de 2018 no estado.
Falar da Unemat quase sempre provoca arrepios em Cáceres. Recebi uns cascudos outro dia sobre o assunto. Mas, de uma vez por todas, ninguém quer tirar a Reitoria da Unemat de Cáceres.O que se quer é que ela venha para Cuiabá ou Várzea Grande.
A Unemat se expandiu pelo estado todo, mas não quer vir para cá. Aquele argumento de que ela não vai onde tem outra universidade pública não procede. Em Sinop tem UFMT e Unemat.
A Unemat vai receber 2.5% da ReceitaLíquida do Estado. A maior parte disso vem do ICMS e os lugares que mais arrecadam são Cuiabá e V. Grande e não tem a universidade estadual. Faço uma brincadeira: se preciso a Assembleia e o governo criam uma lei decretando que nunca a Reitoria sairá da Cáceres. Quem sabe assim, a Unemat viria para cá.

Alfredo da Mota Menezes e-mail: pox@terra.com.br site: www.alfredomenezes.com



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