MP investiga contratos que somam R$ 4 milhões com empresas delatadas | Gazeta Digital

Segunda, 05 de março de 2018, 07h53

POLÍTICA DE MT

MP investiga contratos que somam R$ 4 milhões com empresas delatadas

Arthur Santos da Silva, repórter do GD


O promotor de Justiça, Célio Jouber Fúrio, do Ministério Público de Mato Grosso (MPE), instaurou dois inquéritos contra a Secretaria de Estado de Gestão (Seges) para investigar contratos milionários com as empresas Gendoc Sistemas e Empreendimentos Ltda e Ábaco tecnologia da informação Ltda.

Assessoria

Palácio Paiaguás, sede do governo de MT

Conforme os procedimentos, a Seges celebrou com Ábaco o contrato nº 002/2012 para prestação de serviços de operacionalização dos sistemas de gestão corporativa, no valor de R$ 2.9 milhões com prazo de vigência de 12 meses, cujo instrumento foi prorrogado por mais 12 meses.

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) detectou irregularidades como a falta de especificação dos serviços prestados e a falta de detalhamento sobre equipe de funcionários.

No procedimento contra a Gendoc, o MPE informa sobre possíveis irregularidades no contrato nº 036/2012 para a prestação de serviço de desenvolvimento buscando atualização de versão do Sistema Iomatnet, relacionado a divulgação eletrônica do Diário Oficial de Mato Grosso, no valor de R$ 1.5 milhão com prazo de vigência de 12 meses, cujo instrumento foi prorrogado por mais 12 meses. Os inquéritos foram instaurados nos dias 26 e 27 de fevereiro.

Segundo os autos, o Tribunal de Contas de Mato Grosso detectou acréscimo do valor do serviço de 111%, a inexistência de especificações claras e detalhadas do serviços prestados e a ausência de documentos relativos aos funcionários executores de atividades.

Ábaco

A empresa Ábaco tem como um dos sócios o atual presidente da Fiemt (Federação das Indústrias de Mato Grosso), Jandir José Milan. Ele foi citado na colaboração premiada do ex-secretário da Casa Civil, Pedro Nadaf. De acordo com o ex-secretário, Milan entregou ao ex-governador Silval Barbosa um envelope com R$ 400 mil de doação ilegal na campanha de 2010.

A Delegacia Fazendária abriu há seis meses um inquérito para investigar as licitações e contratos da empresa Ábaco

Gendoc

A Gendoc Sistemas e Empreendimento é acusada de pagar propinas por contratos com o governo de Mato Grosso. Waldisnei da Cunha Amorim, sócio da empresa, requereu cópia ao Supremo Tribunal Federal da delação premiado do ex-governador Silval Barbosa.  

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