Viana afirma que Taques é 'mau gestor' e faz 'discurso trágico' | Gazeta Digital

Quarta, 07 de fevereiro de 2018, 17h30

Política de MT

Viana afirma que Taques é 'mau gestor' e faz 'discurso trágico'

Karine Miranda, repórter do GD


O deputado estadual Zeca Viana (PDT) afirmou que a situação financeira do Estado e a proposta de criação do Fundo de Estabilização Fiscal demonstram que o governador Pedro Taques (PSDB) é um “mau gestor”. Para Viana, Taques não teve “humildade” em reconhecer as dificuldades e agora “faz discurso trágico”.

Divulgação

Aliados num passado não tão distante, Viana e Taques hoje estão em lados opostos

Em discurso na Assembleia Legislativa na terça-feira (6), Taques mostrou os números da crise financeira pela qual passa o Estado e propôs que os deputados discutam nos próximos 3 meses o contingenciamento dos duodécimos para a formação do que chamou de Fundo de Estabilização Fiscal, que garanta os ajustes na administração pública.

Leia mais - Taques reclama de dificuldades e anuncia fundo para tampar 'buraco'

“Ele foi muito infeliz em fazer um discurso trágico, porque ele está há três anos como gestor do Estado e fazer um discurso agora, no meu ponto de vista, ele assumiu que ele está sendo um mau gestor”, disse Viana em entrevista à rádio Capital nesta quarta-feira (7).

Para Viana, o anúncio das dificuldades financeiras deveria ter sido feito por Taques no início de sua gestão e não apenas no último ano de mandato. Segundo dados da Secretaria de Fazenda, o déficit do Estado já alcança os R$ 3 bilhões, sendo R$ 800 milhões somente com a Previdência.

“O Estado nunca teve decréscimo de arrecadação. O que existe são falhas de gestão. Então, chegou a uma situação calamitosa. Mas acredito que não é da forma que ele está querendo envolver todos os Poderes, chamando-os para administrar o Estado”.

Segundo Viana, a situação da Previdência, por exemplo, deveria ser sido discutida no início da gestão. Com isso, talvez, não se fizesse necessária a proposta do Governo, de aumentar a alíquota de contribuição previdenciária de 11% a 14% para os servidores ativos.

“Se você tivesse essa humildade no início do teu governo, talvez seu governo seria outro. Mas ele chegou administrando como um professor de Deus e depois viu que não é bem assim”, disse.

“Nós poderíamos ter entrado com essa pauta, com esse assunto, mas infelizmente não entrou. E agora estamos vendo a necessidade. Mas não vejo dificuldade da Assembleia em ajudar neste ponto”, encerrou.

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