Acreditamos na solidariedade | Gazeta Digital

Quinta, 09 de novembro de 2017, 00h00

Editorial

Acreditamos na solidariedade

Da Editoria


Aos poucos as luzes começam a piscar. As cores vão tomando conta dos comércios, das casas e até das ruas. Ainda falta muito, mais de 50 dias, mas o tempo passa rápido, o tempo voa, e é preciso aproveitar este tempo quando o amor parece ser maior, amizades florescem, a solidariedade aflora.

As crianças são pura expectativa. Desde aquelas que acreditam nas histórias dos contos de fadas e no bom velhinho e não veem a hora dele chegar ao shopping para fazer seus pedidos, até as crianças que já cresceram e descobriram que o senhor de barba branca passa é muito calor com aquela roupa toda em Cuiabá.

Em breve virão as músicas natalinas, que parecem fazer o tempo voltar. A preparação toda para o Natal que vai chegar mais uma vez. O balanço de mais um ano que começa a ser feito. O que foi bom e o que foi ruim. O que fica e o que será descartado. Quem ajudou, quem lhe estendeu a mão, quem esteve lado a lado com você.

Enquanto tudo vira clima de festa para uma grande parcela da sociedade, infelizmente outra não vê as luzes brilharem próximo de suas casas. Na ceia não haverá comida na mesa mais uma vez. Ao menos que a solidariedade de uma pessoa ou um grupo ajude, pois por mais um ano o país continua com milhões de famílias na extrema pobreza, passando fome.

Enquanto algumas árvores de Natal ficam recheadas de presentes, em muitas casas crianças sequer sabem como é montar uma árvore de Natal. Felizes ficam se alguém leva um presente, seja qual for. Não há escolha. Há gratidão por receber algo não sonhado, não esperado.

Durante anos contando estas histórias, as páginas do jornal A Gazeta estão cheias de pedidos inesperados ao Papai Noel, como arroz e feijão, uma bolacha, uma maça. Pedidos feitos por crianças. Mas também estão cheias de sorrisos de crianças carregando bonecas, carrinhos, bolas e tantos outros brinquedos. Também estão cheias de famílias com carrinhos cheios de alimentos para garantir uma ceia no final de ano, um Natal um pouco mais digno. Tudo isso oferecido por meio do Natal da Solidariedade, do Grupo Gazeta de Comunicação, com ajuda de toda a sociedade, um movimento de amor pelo próximo. E mais um ano começa a arrecadação das doações para amenizar o sofrimento de mais famílias neste final de ano.

É acreditando na solidariedade, na união da sociedade, que estas ações não morrem, que projetos do bem, como o Natal da Solidariedade do Grupo Gazeta, são possíveis e que ajudar o próximo continua sendo possível.

É claro que o correto é que cada cidadão tivesse condições de preparar sua ceia, de comprar os presentes para seus filhos, mas sabemos que este dia está muito longe de chegar.

Então, para quem acredita que amor espalha amor, a proposta é se envolver em ações do bem e porque não começar com solidariedade neste final do ano.

Fazendo o Natal de alguém um pouco mais feliz, o ano pode começar mais leve e com novos planos para continuar fazendo o bem, pois solidariedade não tem dia, não tem data especial, não tem hora marcada.

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