Viver é um desafio | Gazeta Digital

Sábado, 27 de janeiro de 2018, 00h00

Viver é um desafio

Wilson Carlos Fuáh


A nossa vida é composta de vitórias e derrotas, fracassos e sucessos, e em cada situação, surgem novos desafios, pois viver é uma forma de desafio. Quando esses mesmos desafios são aproveitados de maneira criativa, podem ser transformados em novas oportunidades.

Reclamar, choramingar e baixar a cabeça não são uma ação recomendável para os fortes, porque o correto é saber aproveitar ao máximo as lições que a adversidade nos ensina, pois a vida não se encerra ao fim das 24 horas, mas deve, sim, gerar novas expectativas com o novo dia que chegará com novas oportunidades, pois a cada desafio superado faz com que várias portas possam se abrir e nos mostrar novos horizontes.

Estar preparado para mudar as rotinas que escravizam e tiram o poder dos desafios nos dá a possibilidade de buscar mudanças. Pois, estar preparado para mudar a própria contextura dos pensamentos fixos, que podem ser o grande entrave para mudar tudo ou quase tudo, a certeza é que cada dia traz novos desafios, e para que possamos decidir por novos projetos, é preciso alterar a própria realidade.

A vida pulsa, e cada dia vem com novas etapas, e cada dia traz a sua própria história, a certeza é que ontem não será igual ao hoje, mas produz o amadurecimento, que nos prepara para novos enfrentamentos, que podem mudar o que fomos ontem, dando-nos sabedoria, nos mostrando as melhores opções e oportunidades, o importante é que tenhamos força para continuar firmando novos projetos de vida, porque o futuro está à espera dos vitoriosos, pois são estes que transformam a vida e o mundo.

Na vida nem tudo são flores, por isso, aparecem algumas adversidades em forma de espinhos. As adversidades podem até nos machucar, mas também nos ensinam a nos entender: que não somos os donos da razão ou donos do mundo.

O que muitas vezes é certo para mim pode não certo para o outro. Ninguém é o dono absoluto de toda a razão, pois, se não existisse a dúvida, não existiria a certeza, que, de uma maneira ou de outra, faz com que surja a verdadeira razão do nosso viver, nos mostrando realmente quem somos.

O fim de um dia pode até fechar um ciclo, mas o amanhã virá outro, o problema é que as derrotas nos trazem dores e para entendê-las precisam ser sentidas, para não serem repetidas. Para derrubar um lutador, somente a morte, porque o que não nos mata faz com que possamos nos fortalecer e nos tornar mais fortes para enfrentar novos desafios e novos sonhos.

Wilson Carlos Fuáh é economista, especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas. E-mail: wilsonfua@gmail.com

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