Juntos seremos fortes | Gazeta Digital

Quinta, 01 de fevereiro de 2018, 01h30

Juntos seremos fortes

Wenceslau Junior


A criação e existência de um grupo organizado e representativo é muito saudável para a economia do País, haja vista que confere força à categoria para reivindicar e fazer jus aos seus direitos, o que não ocorreria se cada indivíduo lutasse por si só.

Então, se pudesse definir, em linguajar simples, a razão para a existência de uma classe forte e representativa, seria ideal utilizar o conhecido jargão que diz: "Juntos seremos fortes".

Criado há 18 anos, o Sindicato do Comércio Varejista de Materiais para Construção do Estado de Mato Grosso Sindcomac/MT representa quase três mil empresas e tem como missão a busca por melhorias e solidez para os empresários do segmento, almejando sempre o fortalecimento da categoria, bem como a representatividade dos seus filiados perante as autoridades administrativas e judiciais, em defesa dos interesses coletivos do segmento.

Juntos temos conseguido o progresso para o setor, deixando a rivalidade e a concorrência de lado em prol do bem coletivo.

Entretanto, neste atual momento da economia brasileira, os grupos organizados ganham uma importância significante para as empresas, pois com a vigência da Lei nº 13.467/2017, que trouxe diversas alterações e atualizações na CLT, é permitido às entidades sindicais negociarem condições de trabalho diferentes das previstas em lei, e que prevalecerão sobre a legislação.

As modificações nas relações de trabalho e emprego que vinham acontecendo no País refletiram diretamente na Reforma Trabalhista, porém inobstante a valorização dos instrumentos coletivos de trabalho, a CLT trouxe também os limites a essa negociação, de modo que restaram assegurados os princípios básicos constitucionais, como a dignidade da pessoa humana, bem como os direitos dos trabalhadores previstos na Constituição Federal.

A possibilidade de as disposições da própria legislação trabalhista, nos limites estabelecidos, serem alteradas e adequadas às necessidades da realidade das relações do trabalho, mediante negociação, é, sem dúvida, um grande avanço num País de dimensões continentais e com diferentes níveis de desenvolvimento econômico e social.

Portanto, percebe-se que a entidade de classe passou a ter um papel importante na representatividade da categoria e uma responsabilidade suprema em bem conduzir as negociações coletivas, priorizando sempre as relações do trabalho para que elas contribuam para o bem-estar dos trabalhadores e o fortalecimento das atividades produtivas.

Essa nova realidade nos leva a acreditar que permanecerão com um quantitativo quadro de filiados somente aquelas entidades que realmente prezam pela prestação de serviços ao segmento que representam, assim como faz o Sindcomac/MT.

José Wenceslau de Souza Junior é presidente do Sindcomac/MT e diretor da Acomac/MT

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