Há um vazio | Gazeta Digital

Sábado, 03 de fevereiro de 2018, 00h00

Há um vazio

Rapphael Curvo


Os últimos acontecimentos na vida brasileira trouxeram um respiro para a população que conhece e entende o que anda acontecendo no nosso Brasil. O Brasil dos brasileiros e não daqueles que já não comungam com o solo pátrio e que sempre objetivaram transformá-lo em um pedaço de uma "Grande Pátria" vermelha e desconfigurada de sua origem e história. A captura do líder do grupo político brasileiro de toda essa tentativa ideológica desmiolada e inconsequente de subjugar a Nação a interesses de líderes psicopáticos que se nutrem intelectualmente de conceitos obsoletos e estapafúrdios como os bolivarianos, trouxe uma paz que há muito não existia no seio do País. Mesmo com todos os problemas de insegurança no cotidiano das grandes cidades e da falta de pulso do governo federal, sentimos que o processo de recuperação de nossa pátria é possível e está a caminho. Não desistimos do Brasil, não desistimos do nosso solo, da nossa cultura, da nossa gente e das nossas esperanças e sonhos de que podemos fazer deste País um lugar em que impere a ordem, o progresso e a liberdade pela vontade do povo.

A confiança do brasileiro em recuperar os estragos promovidos por esses grupos de alucinados ideologicamente, mas muito capacitados para os atos de bandidagem e formação de quadrilhas, é enorme e está visível no olhar de cada pessoa desta terra. Exceto para muitos que ainda, por falta de acesso à informação e ignorância cultural, pouco ou nada sabem sobre os meliantes formadores desses bandos. Aos poucos receberão as informações de suas atitudes criminosas que estão sofrendo condenações pela justiça e pelo brilhante trabalho que vem sendo realizado pelo Ministério Público Federal, Polícia Federal e Justiça Federal em Curitiba, a operação Lava Jato. Esse comportamento, dessas Instituições, está revigorando a confiança e a autoestima do brasileiro e, principalmente, a crença de que é possível reconstruir o Brasil. A população começou a sentir o ar de um novo tempo e a forte expectativa de que tudo poderá ter novos caminhos neste ano de 2018. Há um sentimento de que há uma razão para crer. Não existe retorno para os quadrilheiros. A Justiça tardou um pouco, mas chegou. Prendendo o chefe do bando, os demais ficarão perdidos e conscientes de que está chegando a hora. Em breve teremos muitas fugas.

A população está mais atenta aos movimentos políticos, não na medida que deveria estar, mas ela tem mostrado que começa a perceber os engodos de campanhas eleitorais. É imprescindível para ela, manter sua atenção e foco nas possibilidades de realizar, pelo seu voto, as mudanças que o Brasil precisa ter dos membros do Congresso Nacional, nas Assembleias estaduais e nos governos federal e estadual. A consciência desta necessidade está crescendo dia após dia. É evidente que aqueles que sempre prestaram bons serviços a população terão o reconhecimento do eleitor. Para eles o campo ficou vasto porque além do bom trabalho que os qualificam à um novo mandato, os desqualificados não serão mais entraves a uma boa política. O tempo favorece o crescimento desse sentimento de consciência popular sobre o que passamos e as consequências do desmantelamento do Brasil por ele, o povo, sofrido. O aumento dessa consciência política traz consigo a percepção de que poderiam estar vivendo bem melhor e com boa qualidade de vida.

O povo percebeu que a corrupção com os desvios de dinheiro dos cofres públicos, é um dinheiro que saiu do seu bolso via os impostos que estão sendo cobrado dele, o povo, no momento em que paga suas compras nos caixas dos supermercados, nas contas de sua luz, nos preços dos transportes coletivos e particulares, nas bombas de gasolina, no gás do seu almoço e por aí vai. Até outubro essa consciência estará bem sedimentada. O Brasil viveu a sua era das trevas nesses últimos anos. Tentaram destruir com sua personalidade como Nação. Lutaram para desmantelar com nossas instituições políticas, jurídicas e econômicas. O bando, formado por quadrilheiros internacionais, tinha por objetivo desfigurar com os países latino americanos e transformá-los na "Grande Pátria" para acorrenta-los a um único interesse ideológico e de Poder. Como o tiro saiu pela culatra, aventureiros, participantes do bando colocaram, individualmente, em ação, o processo de implantação da ideologia comunista como é o caso boliviano, onde o Estado autoritário está instalado, mas logo cairá. A esquerda não percebeu, nem com o exemplo chinês, de que entre o Estado arcaico por ela proposta, via suas pregações ideológicas obsoletas, e o avanço do mundo tecnológico de hoje, há um enorme vazio.

Rapphael Curvo é advogado e jornalista e escreve neste espaço aos sábados

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