Impacto das cidades inteligentes | Gazeta Digital

Sexta, 23 de fevereiro de 2018, 00h00

Impacto das cidades inteligentes

Armindo Mota Junior


Um dos conceitos de tecnologia mais importantes atualmente são os de smart cities, ou cidades inteligentes, aqueles centros urbanos planejados com processos eficientes, projetados para beneficiar os locais em que são aplicados e melhorar a qualidade de vida de seus moradores. Isso inclui, por exemplo, ações para diminuir as emissões de dióxido de carbono para melhorar a qualidade do ar, a instalação de semáforos inteligentes utilizados por idosos e portadores de necessidades especiais para promover maior facilidade em sua mobilidade, utilização de fontes renováveis para fornecimento de energia, entre tantas outras possibilidades. Embora os problemas não sejam exatamente eliminados, mas ganham uma perspectiva de solução muito mais ampla, sensata e prática, em total respeito com o ambiente e com todos que nele vivem.

O ranking Connected Smart Cities é responsável por listar, periodicamente, as cidades inteligentes que mais se destacam ao redor do mundo. No Brasil, tanto cidades grandes, quanto pequenas, figuram na lista. Alguns bons exemplos são Pirassununga (SP), Quirinópolis (GO) e Tauá (CE) como cidades inteligentes no setor de energia. Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) são destaques no que se relaciona à preservação e baixo impacto negativo ao meio ambiente. Macaé (RJ) e Ipojuca (PE) saem na frente como polos tecnológicos de grande desenvolvimento econômico.

Conforme as cidades se adaptam ao conceito de inteligentes e se organizam melhor para isso, o cidadão recebe os mais diversos impactos desta mudança. Por exemplo, ganham eficiência econômica, uma vez que eliminam custos desnecessários sem dificuldades. Praticidade. A tecnologia dos sistemas de informação permite que as cidades inteligentes sejam muito mais acessíveis. Rapidez. Aqui entra em cena um novo conceito: a comunicação e internet das coisas. As pessoas ficarão cada vez mais conectadas e as informações correrão ainda mais rápidas, devido à redução de burocracia nos processos.

A diminuição do impacto ambiental, do consumo de energia elétrica e da emissão de CO2 faz parte do cidadão que vive em uma cidade inteligente e abrange ações que implicam não somente na economia de gastos operacionais, mas na redução de tudo o que interfere de forma negativa no meio ambiente.

Assim como as empresas voltam seus interesses para uma cidade inteligente, o mesmo acontece com a população. Um município nesses moldes oferece uma segurança pública de qualidade e uma mobilidade muito maior, se tornando um local inclusivo para minorias e grupos específicos. Idosos e portadores de deficiência física são alguns exemplos de nichos que são muito beneficiados pela tecnologia destas cidades.

O conceito de cidades inteligentes está se espalhando pelo mundo. Muito em breve todos nós faremos parte de uma incrível transformação e viveremos muito melhor, fazendo muito mais pelo nosso planeta.

Armindo Mota Junior é CEO da Wappa, empresa pioneira e líder na gestão de táxi corporativo

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