10.02.2017 | 16h08
Agentes penitenciários apreendem um drone que sobrevoava a Penitenciária Central do Estado (PCE), na tarde desta sexta-feira (10), pouco depois das 14h. O objetivo era lançar aparelhos celulares no pátio da unidade prisional. Três celulares chegaram a atingir o solo. Outros seis foram apreendidos ainda embalados junto ao drone.
Divulgação![]() Os dois homens foram presos no momento em que operavam o equipamento |
Dois suspeitos que operavam o equipamento foram localizados e presos em seguida. Um deles responde por crime de homicídio e usava tornozeleira eletrônica, sendo monitorado pela Justiça no regime de liberdade assistida.
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Os presos são Thiago Pinheiro, 30, que responde por homicídio e Ricardo del Barco Júnior, 33. Ambos estavam em um veículo, que segundo ele era “emprestado”, contudo não forneceram o nome do proprietário.
Quanto ao drone, informaram que foi alugado por R$ 600 e seria usado para jogar os celulares dentro do presídio. Após a prisão dos dois, no entorno da prisão, foram encaminhados para a Polícia Civil para serem autuados.
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Neste momento está sendo realizada uma “varredura” dentro da maior unidade prisional de Mato Grosso com mais de 2 mil detentos.
No dia 15 de janeiro outro drone foi derrubado dentro da PCE, mas não foi identificado o operador do equipamento.
Conforme ainda os agentes prisionais, os criminosos mantinham contato com os presos que receberiam os objetos de dentro da PCE via telefone.
Foram presos em flagrante e encaminhados a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), já que a suspeita é que eles façam parte de uma quadrilha que age de dentro dos presídios.
O Presidente do Sindicato dos Servidores do Estado de Mato (SINDSPEN-MT), João Batista, parabeniza o trabalho realizado pelo Núcleo de Inteligência da PCE e demais agentes e a direção que estiveram envolvidos ai nessa campana, onde conseguiram obter êxito capturando os dois marginas, apreendendo o droner e os celulares que iam ser entregues aos presos para comandar crimes de dentro do presídio. "O sindicato ainda lamenta a falta de estrutura e de compromisso do governo do estado que se desse mais condição de trabalho, os servidores conseguiriam impedir ainda mais a entrada desses materiais, fazendo com que esses marginais não se utilizassem desses meios para continuar chantageando e extorquindo a sociedade aqui fora", concluiu Batista.
Veja vídeo:
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