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31.07.2018 | 14h29

Criminosos ostentam armas roubadas de investigadores e desafiam a Polícia

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Reprodução

Alvo da Polícia Civil, Cleverson se exibe em uma foto ostentando 3 armas que seriam as mesmas roubadas da polícia. 

Após policiais civis serem rendidos e ter 2 carabinas e uma pistola roubadas por criminosos em Juruena (880 km a noroeste de Cuiabá), a foto de um homem ostentando 3 armas com as mesmas características das que foram levadas durante operação no último sábado (28), circula nas redes sociais afrontando a Polícia Civil.

Na imagem quem aparece exibindo as submetralhadoras e a pistola é Cleverson França dos Santos, 25, o Huck, que é investigado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Civil, como integrante de uma quadrilha especializada em roubo a banco.

O delegado titular da GCCO, Diogo Santana, confirmou ao Gazeta Digital ter conhecimento da foto e informou que a Polícia Civil já tem um mandado de prisão contra o suspeito, no entanto afirmou que a afronta não é a única. “Chegaram algumas fotos de pessoas ostentando armas longas, supostamente seriam as subtraídas e estamos apurando a veracidade das imagens”, afirmou.

Marcus Vaillant

Delegado titular da Gerência de Combate ao Crime Organizado, Diogo Santana.

De acordo com o delegado, não há como identificar as armas, uma vez que não aparece o brasão da polícia, porém admite ter as mesmas características das roubadas dos policiais em Juruena.

“De início não tem como confirmar que são realmente as armas subtraídas dos policiais. Essas imagens já chegaram e estão com as equipes para identificar quais delas se tratam das armas que foram realmente subtraídas”, pontuou Santana.

Até o momento, 5 pessoas foram presas acusadas de envolvimento no esquema de planejamento para roubar a agência do Sicredi em Juruena. Na noite desta segunda-feira (30) Vilma Germano da Silva e Douglas Ferreira de Camargo foram presos pela Polícia Militar em Aripuanã (1.002 km a noroeste de Cuiabá). Segundo o delegado, Cleverson seria o líder do grupo criminoso.

O 1º a ser preso foi o morador de Juruena, Altair da Silva que confessou ter dado apoio logístico aos membros da quadrilha. Através dele, os investigadores chegaram ao mentor do crime, Ednilson Câncidos dos Santos, que articulou o roubo de dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE), e de Elizeu da Cruz Nascimento, que tentou atrapalhar as investigações.

O roubo

Policiais do Grupo Armado de Resposta Rápida (Garra) foram rendidos por pelo menos 4 bandidos que se passaram por policiais e roubaram 3 armas de fogo na noite de sábado.

Segundo o boletim de ocorrências, a equipe policial foi enviada para Juruena com intuito de monitorar uma quadrilha que planejava um ataque a banco. Inclusive tinham identificado Cleverson França dos Santos, 25, o Huck, natural de Várzea Grande, como um dos suspeitos.

Reprodução/Gazeta Digital

Os policiais foram surpreendidos, ficaram na mira de armas apontadas pelos bandidos e tiveram uma pistola e duas carabinas roubadas.

Os policiais foram divididos em um grupo que ficou a pé e outro com uma caminhonete S-10, descaracterizada. Durante monitoramento dos civis que estavam a pé próximo ao Sicredi, eles viram um carro Ford Ka, de cor branca, que passava várias vezes pelo local. Porém os policiais não tinham informações sobre o veículo utilizado pela outra equipe policial.

Em dado momento, os policiais resolveram procurar abrigo, e durante o deslocamento pela calçada, os criminosos no Ford Ka se aproximaram. Do veículo saíram 4 homens armados, os quais não souberam definir se eram policiais ou suspeitos. De acordo com o relato de um dos policiais, ladrões se identificaram como policiais e por isso evitou reagir.

No momento seguinte, os suspeitos exigiram as armas e em seguida começaram a fazer ameaças de morte, para que atirasse na cabeça do policial caso ele reagisse.

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