Foco qualitativo
O olhar inquieto de Alexandre Avancini transmite verdade quando o diretor conversa sobre lentes e novos equipamentos. E se destaca ainda mais diante da fala branda e do jeito tranquilo ao analisar seus quase 30 anos como diretor na tevê. Envolvido nas gravações de José - De Escravo a Governador, próxima minissérie bíblica da Record - que estreia em janeiro de 2013 -, o diretor paulistano se orgulha de trazer as mais recentes inovações de Hollywood em equipamentos para os estúdios do RecNov. Afinal, em seus 22 anos como diretor na Globo, o filho do saudoso Walter Avancini se sentia engessado na emissora, sem perspectivas de crescimento. "A Globo foi minha escola, mas eu queria crescer e não conseguia", lembra. Até que há sete anos a Record acenou com o cargo de diretor-geral e a autonomia para imprimir sua marca nas tramas da emissora. E não parou por aí. Avancini convenceu a Record de um constante investimento em equipamentos de ponta. Dessa forma, o diretor de 47 anos passou a acompanhar de perto as feiras e eventos de cinema em Los Angeles. "Isso me abriu horizontes. Essa aproximação maior com o cinema me fez ter acesso aos melhores equipamentos para aperfeiçoar meu trabalho. É enriquecedor ter acesso a essas informações e poder assistir a palestras do James Cameron na primeira fila", destaca Avancini, citando o diretor de Avatar, longa com maior faturamento da história do cinema...
Leia mais na edição impressa de A Gazeta, disponível neste Portal.
leia também



Tevê
imprimir matéria
enviar por email
comente esta matéria













Tweet