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Quinta, 23 de novembro de 2017, 00h00

Mundial


O Brasil obteve o 2º lugar no ranking de pontos no torneio mundial - WorldSkills -, realizado de 15 a 18 de outubro, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. As duas equipes mato-grossenses garantiram medalhas.O ouro foi para Rondonópolis, com os estudantes Thiago Lima, Mateus Gomes e Willon Santos, na competição de Manufatura Integrada. Já a dupla Mateus Santos e Matheus Costa, de Cuiabá, conquistou o bronze na ocupação de Construção de Estruturas para Concreto.

Premiados

Os cinco estudantes do Senai Mato Grosso, medalhistas na maior competição de profissões técnicas do planeta, participaram de visita ao presidente da República, Michel Temer, na quarta-feira (22). Os 56 competidores da delegação brasileira também foram homenageados por senadores durante sessão plenária realizada em Brasília. Participou do evento o presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Braga.

Diferenças

A defesa de Fabris considera brutal a diferença do teor da acusação, mas além disso, o fato de Fabris ter permanecido preso por 40 dias, também faz do caso mato-grossense peculiar.
Pelo Código de Processo Penal (CPP), o inquérito policial de um acusado preso deve ser concluído no prazo de 10 dias e oferecido o prazo de cinco dias para oferecimento de denúncia criminal pelo Ministério Público Federal ao Judiciário. Porém, após mais de 60 dias, a banca de advogados de Fabris afirma que não foi devidamente notificada de nenhum indiciamento policial e tampouco denúncia criminal.

Interpretações

Em meio à polêmica sobre o entendimento do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, que determinou o retorno dos deputados estaduais do Rio para a cadeia, levantam-se interpretações sobre o paralelo com a situação que envolveu o deputado Gilmar Fabris em Mato Grosso. A visão da ALMT é de que os dois casos são completamente diferentes. Isso porque Fabris foi preso preventivamente no dia 14 de setembro por decisão do STF pela suspeita de obstrução da Justiça. Por outro lado, os três parlamentares fluminenses são suspeitos de receber propina para defender interesses de empresários de ônibus e de lavar o dinheiro usando, por exemplo, empresas e compra e venda de gado.

Folga

Sem sustos, a PEC do Teto foi aprovada com folga. Os votos contrários vieram de quem se esperava, os deputados Alan Kardec, Janaína Riva e Valdir Barranco. Zeca Viana, que também pertence à oposição, decidiu votar a favor da proposta, por entender que as contas do Estado precisam ser saneadas rapidamente neste período de crise. Oficialmente, os secretários Max Russi e Wilson Santos retornarão à Assembleia para discutir e empenhar emendas para o ano de 2018, definição que terá de ser feita nos poucos dias que restam para o fim de 2017.

Bastidores

Entre as conversas de bastidores sobre a votação da PEC do Teto do Gastos, uma delas corria nos corredores da Assembleia Legislativa ontem, envolvendo o secretário da Casa Civil Max Russi e seu suplente Adriano Silva (PSB). A informação repassada e discutida nos cantos era de que uma das razões para o retorno temporário de Russi ao cargo de deputado tinha a ver com o possível voto de Adriano contra a aprovação da PEC. Ele o faria, segundo os boatos, porque já foi reitor da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e não se posicionaria contra um eventual corte de orçamento da universidade.

Alfinetando

A curta propaganda política do PMDB, exibida nos últimos dias em rede nacional de televisão, alfineta diretamente o PT, seu antigo aliado, com quem compôs a chapa vitoriosa do governo Dilma Rousseff em 2014. Em 30 segundos de vídeo, o partido afirma que a inflação caiu, assim como o desemprego, e mostra uma grande mancha vermelha se dissipando aos poucos. Por fim, quando o locutor afirma que a indústria voltou a crescer, surge a frase provocativa: ‘tiramos o Brasil do vermelho’, em clara referência à cor dominante do PT.

Status

Pedro Taques está se sentindo otimista e confiante. Esse era o status das redes sociais do governador de Mato Grosso durante o dia de ontem, que foi repleto de reuniões decisivas em Brasília. O otimismo se deve ao fato de Taques ter recebido a garantia do presidente Michel Temer de que pagará o repasse do FEX assim que o Legislativo votar o projeto de lei correspondente. Portanto, era preciso que o trâmite fosse agilizado no Congresso Nacional, o que foi prometido pelo presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia. O deputado chegou a gravar um vídeo, ao lado do deputado mato-grossense Fabio Garcia, informando que a matéria passaria a correr em regime de urgência.
 

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