PF e Interpol procuram cuiabana que desapareceu na Síria | Gazeta Digital

Sexta, 01 de dezembro de 2017, 12h08

PF e Interpol procuram cuiabana que desapareceu na Síria

Keka Werneck, repórter do GD


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Juliana Cruz e Sheraz teriam se comunicado pela internet

Atualizada às 15h05 - A cuiabana Juliana Cruz desapareceu desde 14 de novembro deste ano, ou seja, há duas semanas, na Síria, para onde foi supostamente se encontrar com um rapaz chamado Sheraz Re, de Damasco, capital do país árabe.

A pedido da família, que registrou boletim de ocorrência na quarta-feira (29), a Polícia Federal (PF) entrou no caso e confirma o desaparecimento. O delegado Murilo Almeida está acompanhando o caso e informa que já iniciou as investigações necessárias, mas até agora não há nenhuma informação concreta sobre a moça.

Os contatos com as embaixadas e órgãos oficiais também estão sendo mantidos, segundo ele, mas as diligências iniciais estão sendo feitas neste 1º momento em sigilo para resguardar a própria Juliana.

A jovem tirou férias na Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM), onde trabalha como auxiliar administrativo da Coordenação Jurídica, e viajou para a Síria, fazendo a última postagem no Facebook no dia 14 de novembro, informando justamente que estava nop Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, embarcando.

Na mesma postagem, um amigo dela comentou nesta sexta-feira (1) o que tem sido comentado sobre ela e pede que se comunique. "Estão falando que vc foi traficada, aqui em alguns jornais, a PF e a Interpol já está em sua procura, se caso ler este comunicado, é melhor citar algo em suas redes sociais", sugere.

De acordo com a PF, a família está muito preocupada com a integridade dela, já que o rapaz Sheraz Re divulga nas redes sociais fotos portando armas e com aparência de ligação com grupos bélicos extremistas.

Diante da repercussão do caso a AMM emitiu a seguinte nota.

"Associação Mato-grossense dos Municípios, esclarece sobre as notícias veiculadas sobre o suposto desaparecimento da funcionária Juliana Cruz. A AMM informa que não foi realizada nenhuma diligência pela Polícia Federal na sede da instituição para apreender o computador que era utilizado pela funcionária. Com intuito de auxiliar nas investigações, o notebook que era utilizado pela funcionária, foi cedido para que a Polícia Federal possa extrair alguma informação relevante. Dentro do possível, a AMM está auxiliando a polícia, com as poucas informações que detém sobre o caso.

A funcionária Juliana Cruz não é assessora jurídica da AMM. Ela trabalha como auxiliar administrativo na Coordenação Jurídica da instituição. Juliana está em férias, com a previsão de retorno as suas funções na próxima semana.

A Diretoria e os funcionários da Associação Mato-grossense dos Municípios – AMM estão sensibilizados com o ocorrido com a funcionária Juliana Cruz e são solidários com toda a família neste momento de muita preocupação e angústia. Juliana está supostamente desaparecida, pois teria que ter retornado esta semana da Síria, para onde viajou no início deste mês. Porém, não retornou e há dias não entra em contato com a família.

A AMM se solidariza com a situação, mas ressalta que em período de férias os funcionários têm liberdade para viajar para onde quiserem, pois se trata de uma decisão pessoal e particular. Porém, anseia que o caso seja esclarecido o mais breve possível na esperança de que a funcionária retorne ao país, bem como aos quadros funcionais da instituição."

 

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