Cumplicidade entre escritor/leitor | Gazeta Digital

Quarta, 19 de agosto de 2015, 00h00

Cumplicidade entre escritor/leitor


Nos países desenvolvidos, EUA, Japão e a maioria dos países da Europa e até mesmo na América do Sul - Argentina e Chile -, pessoas leem jornais, revistas e bons livros. Escolhem os artigos de jornalistas/articulistas, bons autores e chegam até a apaixonar-se por alguns. Tudo em decorrência do estilo de cada um deles, da forma como interpretam os acontecimentos, políticos, sociais e fatos do dia a dia da vida. Às vezes invejam os escritores favoritos e aspiram escrever como eles; outras vezes discordam e até odeiam.
Jornalistas e escritores outros, desempenham uma função ou cumprem uma missão, Como seres humanos não conseguem agradar a ‘gregos e troianos’. Este jornalista, mesmo, nesses 20 anos que aqui escreve já recebera e-mails de leitores discordando daquilo que levei a público,alguns se dirigindo educadamente, outros mais agressivos até nos depreciando, ainda bem que nos sentimos gratificados, pois em mais de 1200 artigos publicados até o momento, recebemos cerca de dez reclamações de discordância - não deixa de ser uma quantidade confortável -, ou seja, mais agradamos, do que ao contrário. A missão de bem narrar os fatos, com imparcialidade e respeito é o papel do bom jornalista e do bom jornal. Não é à toa que A Gazeta está há 25 anos no mercado, e com uma preferência de 83% do leitor mato-grossense. Temos no Brasil bons autores, bons livros! Em Mato Grosso temos um bom jornal - A Gazeta -. Mas, cadê você leitor? É preciso ler e se manifestar - a favor ou contra -.
Embora qualquer pessoa possa escrever e transmitir seus pensamentos e sentimentos, descrever o fenômeno bom ou ruim que atinge as pessoas, um país; comunicar-se com imparcialidade e respeito, nem sempre é fácil. O ato de escrever é feito com arte, com graça e encantamento para atrair a atenção do leitor. Por isto mesmo, que muitas pessoas escrevem, mas nem todos são bons, da mesma forma se diz do leitor, muitos leem, mas não entendem o que leem, não tem um senso crítico apurado, às vezes se torna injusto com suas críticas. Aproveito aqui para agradecer aos 194 e-mails que recebi após a divulgação do artigo do dia 22/7/2015 - ‘Verba indenizatória’ - entre os quais destaco o texto do leitor Sr. Geraldo Antônio Mendes da Silva, um empresário que é um verdadeiro escritor pela forma correta de escrever e pelo desabafo que fizera sobre a situação de corrupção que se espalha pelo País.
Pesquisas recentes e editoras estão comemorando os índices crescentes de hábitos de leitura do brasileiro. A estatística mostra que o brasileiro já consegue, na média, ler dois [02] livros por anos. Essa é a média de leitura de do argentino a cada mês e de um chileno a cada dois meses, e de um francês a cada quinze dias. O povo que não lê não consegue enxergar o seu próprio destino. Tem que haver uma cumplicidade entre escritor/leitor.

João da Costa Vital é contador, pedagogo e jornalista. Escreve às quartas-feiras em A Gazeta. E-mail: jcvital@gmail.com



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