Quarta, 11 de novembro de 2015, 00h00

Novas lideranças políticas


O Brasil se constitui em um Estado Democrático de Direito, fundamentado na soberania popular, exercida pelo sufrágio universal do voto direto e secreto. Com valor igual para todos. Quem prega o movimento da agitação e do impeachment contra um governante eleito pelo povo, está desrespeitando esse próprio povo e não é digno de participar da democracia de um País, pois está perturbando a ordem pública.
Para que exista verdadeiramente democracia, é preciso garantir a liberdade de escolha por ocasião do exercício do voto, pois somente assim serão alçados ao poder os verdadeiros representantes do povo e, cabe ao derrotado e/ou perdedor nas urnas respeitar o resultado e ao invés de promover a discórdia com mentiras contra o [a] candidato [a] eleito [a] com objetivo único de deturpar e promover a violência no País, deve, sim, solidarizar com o eleito e propor propostas de governo no sentido de ajudar a governar para o povo. Assim agem os verdadeiros democratas, investidos de legitimidade e comprometimento de bem gerir os supremos interesses da sociedade brasileira. Quem tenta agir contra o poder constituído com mentiras e acusações vazias, está usando meios ilícitos para desvirtuar a vontade popular e, dessa forma, fraudando o direito universal do voto.
São aproveitadores que tem fome pelo poder, e, com certeza, gostariam de ser o eleito para, no poder, satisfazer suas vaidades pessoais, e até mesmo roubar! Pois quem age assim é desprovido de valor ético e são pessoas de uma criatividade ímpar para aliciar o eleitor menos preparado intelectualmente e moralmente. São políticos que olham apenas para o próprio umbigo. Portanto, despreparados técnica e psicologicamente para solucionar os graves problemas que afetam a sociedade, como miséria, fome, desemprego, analfabetismo, moradia, violência urbana, doenças endêmicas, educação com qualidade para todos, programas conscientes de crescimento social e com envolvimento de toda a sociedade. Este é o perfil, por exemplo, do garotão boêmio Aécio Neves, que só está nos meios políticos graças à herança do nome avô Tancredo Neves, este sim um democrata de escola. O neto não tem o mesmo cabedal ético, probidade e a maturidade política do avô.
Necessário se faz o surgimento de novas lideranças políticas, singularmente, oriunda dos jovens estudiosos deste país, sendo pró-ativos para que possam dirigir o Brasil com seus valores éticos e profissionais, para consolidar, de fato, uma gestão pública em prol da sociedade plural do nosso país, e não políticos de direita que está a serviço da elite, governando para grandes empresários e, verdadeiros vendilhões do patrimônio nacional.


João da Costa Vital é contador, pedagogo e jornalista. Escreve às quartas-feiras em A Gazeta. E-mail: jcvital3@gmail.com



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