Já vai, 2016? - final | Gazeta Digital

Quarta, 04 de janeiro de 2017, 00h00

Já vai, 2016? - final


Encerro esta série de quatro artigos ousando um pouco de futuro. Sempre me conectei muito à História. Ela explica o passado, o presente e serve pra projetar o futuro. As crises brasileiras de agora estão encerrando o seu ciclo, conforme dito nos artigos anteriores. O mundo olha o Brasil apreensivo. As nossas gerações futuras, ainda que mal formadas pela péssima educação, são eticamente mais preparadas. Mais humanistas e menos ambiciosas.
Nesse aspecto, o mundo constrói novas formas de política e a economia usa a tecnologia pra libertar o ser humano de escravidão inventada desde a Revolução Industrial do século 19. As tarefas repetitivas serão cada vez mais feitas por máquinas inteligentes e conectadas por computadores dotados de inteligência artificial. Aos poucos mudará o papel do ser humano no planeta. A saúde, a educação, as tecnologias moldadas em padrões assustadoramente inovadores. Viver será diferente.
Pode parecer utopia, mas a História nos ensina que o Homem nasceu pra evoluir. Cria conflito. Resolve-os e cria outros. Geração após geração. Da caverna até o futuro a História humana não será muito diferente. Mudam os métodos, mas a essência se repete: conflito e evolução.
Tenho estudado movimentos espiritualistas mais avançados. Gente muito preparada envolvida nessa perspectiva de evolução. Muitos já trabalham com a clara convicção de que já em 2017 teremos interferências de povos ex-Terra numa convivência que será normal no futuro. Estudos climáticos, tecnológicos, agricultura para novos cenários climáticos no futuro, estão na pauta desses estudos feitos em comum.
Estamos frente a um poderoso cenário cósmico de transição como já houve em outras épocas. Não tem como não admitir. Estão vazando cada dia mais informações mantidas sob segredo. Desde a mais remota antiguidade parte da história humana merece contestações. Registros da Biblioteca de Alexandria, do Egito, da Etiópia, do Tibet, da China, da Mesopotâmia, da Grécia, da Europa antiga e medieval, do México(astecas e toltecas), da América Central(maias) e da América do Sul (Matchu-Pichu, incas). A biblioteca do Vaticano tem sob sua guarda milhares de registros absolutamente desconcertantes para a razão humana construída a partir de crenças religiosas e científicas.
Li que ‘agora é tempo do tempo mostrar o Tempo‘. Concordo. Entramos de fato, no terceiro milênio a partir de 2012, mas o tempo leva um tempo antes de realizar-se. Bem vindo, 2017! Muitas mudanças de foco. Portanto, há futuro!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso. E-mail:onofreribeiro@onofreribeiro.com.br www.onofreribeiro.com.br



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