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condenado a 27 anos 02.02.2019 | 09h37

Assassino de adolescente, 'Argentino' está foragido

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Natália Araújo

natalia@gazetadigital.com.br

Chico Ferreira

Chico Ferreira

A Justiça decretou a prisão de Jorge Santiago Demétrio, conhecido como “Argentino”. Ele é considerado foragido desde o dia 28 de janeiro. No dia 22, ele deveria ter passado pela audiência admonitória, mas não compareceu. Na verdade, o seu paradeiro é desconhecido das autoridades desde outubro do ano passado, quando deixou de ser monitorado pela tornozeleira eletrônica.  

 

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Argentino é o assassino da adolescente Bruna Jéssica Florão, de 13 anos, morta em setembro de 2007, na capital. O estrangeiro tentou estuprar a garota e diante da resistência, enfiou uma camiseta na garganta da menina. O autor do crime foi condenado a 27 anos e oito meses de prisão.   

 

Em agosto do ano passado, quando estava preso em Água Boa (730 km ao Leste), Argentino foi beneficiado com o regime semiaberto e pediu ao juiz Jean Louis Maia Dias autorização para voltar para Cuiabá. Alegou que queria se aproximar do filho, hoje adolescente.   

 

O monitoramento pela tornozeleira eletrônica durou pouco mais de dois meses e em 21 de outubro o equipamento parou de indicar a localização do condenado. A última comunicação indicava que Argentino estava na capital mato-grossense, segundo a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejudh).   

 

No mesmo mês, foi marcada a audiência admonitória do reeducando. Ele deveria comparecer ao Tribunal de Justiça no dia 22 de janeiro deste ano. O oficial de Justiça não conseguiu localizar Demétrio para intimá-lo.   

 

A Sejudh informou que a Central de Monitoramento tentou contato com Argentino pelo telefone e endereço informados. O número telefônico era do ex-sogro e o endereço era do local onde o crime foi cometido, na avenida Presidente Marques. A secretaria então expediu um ofício informando a desativação da tornozeleira eletrônica e encaminhou à Justiça.   

 

Ainda em 2018, diante do desaparecimento do condenado, o Ministério Público Estadual (MPE) requereu a regressão cautelar de regime e a prisão imediata de Argentino. À época, o MPE afirmou que a regressão era necessária até que fosse realizada a audiência de justificação, para o “réu explicar o porquê da tornozeleira ter deixado de emitir os sinais”. Porém, com o recesso forense, o pedido só foi apreciado quase 30 dias depois.  

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