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Ex-namorado é suspeito 08.02.2019 | 09h06

Corpo de professora desaparecida é encontrado em estado de decomposição

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Ana Flávia Corrêa

anaflavia@gazetadigital.com.br

Reprodução

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Corpo da professora Rosângela Silva, 30, foi encontrado na noite de quinta-feira (7), em Nova Mutum (264 km ao norte de Cuiabá). Ela estava desaparecida desde 25 de janeiro, há 14 dias. Principal suspeito do crime é seu ex-namorado, o empresário Alessandro Lautenschlager, 31.

 

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A informação foi confirmada pelo delegado da Polícia Civil Rodrigo Rufato. De acordo com ele, Rosângela estava em um matagal a 40 km da cidade. Como parte do corpo estava em estado de decomposição, a identificação foi possível por meio das roupas e acessórios que a vítima usava. 

 

"Parte do corpo estava conservada, então também foi possível analisar algumas tatuagens que a vítima tinha e constatar que era mesmo ela. Ainda não se sabe a causa da morte, o corpo foi encaminhado para perícia", explicou. 

 

Rosângela desapareceu depois de uma discussão com o ex-namorado. De acordo com amigos e familiares, o empresário não aceitava o término do relacionamento. Ex-marido de Rosângela, Vilmar de Queiroz, com quem ela teve um filho, afirmou ao que Alessandro tinha um comportamento agressivo. 

 

"Uma vez ele invadiu o apartamento dela, ele quebrou o computador e essas coisas assim. As amigas dela que ficaram sabendo. Eu fui lá na casa em que ela morava sozinha e o computador está realmente quebrado", disse. 

 

Segundo os vizinhos da professora, alguns dias antes do crime Alessandro vinha vigiando o local. Eles contataram os familiares e afirmaram que o empresário ficava com o carro estacionado observando os movimentos da professora.   

 

O caso    

 

Alexandro e Rosângela se relacionaram por cerca de 5 meses, até que se separaram no início de 2019. Em uma sexta-feira, dia 25 de janeiro, a professora estava na casa de uma amiga, até que desceu para conversar com o ex-namorado. Os dois ficaram desaparecidos.    

 

No dia 30 de janeiro, o empresário foi encontrado em Foz do Iguaçu, no Paraná, em fuga para o Paraguai. Em depoimento para a Polícia Civil, ele permaneceu em silêncio.  

 

Corpo professora encontrado

 

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