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20.07.2018 | 07h18

Doutor Bumbum afirma que bancária usava anabolizantes

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Após ser preso, nesta quinta-feira (19), pela morte da bancária Lilian Calixto, o médico Denis César Barros Furtado divulgou vídeos na internet e chegou a dar coletiva na delegacia. Afirmou que a paciente fazia uso de anabolizantes, o que seria um risco para complicações. Mas, segundo ele, não seria ético recusar uma paciente cujo exames não apontavam qualquer risco cirúrgico. Dr. Bumbum, como é conhecido, afirma ser inocente em relação à morte da paciente e que prestou toda ajuda.

Reprodução/Facebook

“Houve intercorrência da paciente que depende de vários fatores. Ela veio a óbito às 2h da manhã e não foi me informado. O sucesso de bioplastia depende de vários fatores. Foram requisitados todos os exames de sangue dela, compatíveis ao risco cirúrgico. Eu não conheço outro médico que peça o que eu peço (...). No prontuário dela, ela me disse usar anabolizantes, não me lembro se anticoncepcional também, usa DHEA e testoterona. Então são agravantes para um quadro. Você não pode, eticamente, recusar pessoas, que têm exames compatíveis”.

Leia também - Doutor Bumbum e a mãe são presos na Barra da Tijuca

Denis também negou que tem consultório na casa dele, mas que seria no shopping e disse ainda que a mãe não atua e não ajuda no procedimento. Afirmou que a namorada Renata Fernandes Cirne, de 19 anos, não fez nada e não deveria estar presa. “Esse procedimento é possível de ser realizado em qualquer área capacitada e que um médico capacitado esteja presente, desde que ele conheça a técnica. Eu já realizei mais de 9 mil procedimentos e nunca tive uma complicação e eu não acredito que essa seja a primeira”.

Em relação à Lilian Calixto, Denis disse que quando levou a paciente ao hospital após passar mal, ela estava com a pressão 9 por 7 com 60 batimentos. “Lá no hospital aplicaram adrenalina e ela estava com 128, o que achei estranho. O direito de permanecer com ela me foi negado”, disse.

Reprodução/Facebook

O Dr.Bumbum e a mãe, Maria de Fátima Barros Furtado, foram presos ontem (19) pela Polícia Civil do Rio de Janeiro após denúncia anônima.

O enteado de Lilian, Alessandro Jamberci contou que a família não tem conhecimento sobre exames de risco cirúrgico realizados pela bancária. Segundo ele, aquela seria a primeira vez que a paciente teria ido pessoalmente no consultório do médico. Jamberci frisa que há uns 6 meses Lilian já vinha mantendo contato com Denis. Inclusive uma amiga, 15 dias antes da morte da bancária, havia realizado o mesmo procedimento. “Não temos conhecimento de exames realizados. E se ela tomava anabolizantes e se isso oferecia risco era um dever dele como médico informar. E se não podia, porque ele fez?”, indaga Alessandro.

Sem exames

Várias pacientes afirmam que o médico não solicitava exames e as consultas eram feitas por WhatsApp. O fato de algumas descobrirem que o procedimento seria na residência do médico fez com que muitas desistissem.

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