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29.05.2015 | 08h00

Empresas pedem prisão de motoristas grevistas em ação cautelar

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Justiça do Trabalho tenta acordo entre empregados e empresas nesta sexta-feira (29), que pode colocar fim à greve do transporte coletivo iniciada ontem (28). Enquanto isso, o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano do Estado de Mato Grosso (STU) tenta punir os motoristas, que não cumpriram determinação de manter 70% da frota em horários de pico e 50% nos demais horários.

Otmar de Oliveira

As advogadas Lasthênia de Freitas Varão e Renata Ortelhado Mendes Pedri entraram com pedido de medida cautelar e alegam que a greve é abusiva. Na ação elas citam exemplo adotado em Curitiba (PR), em que o sindicato da categoria foi multado em R$ 400 mil.

Segundo as advogadas, o Sindicato dos motoristas Profissionais e Trabalhadores em Empresas de Transportes Terrestres de Cuiabá e Região (STETT/CR), descumpriu a determinação judicial que implica em atividade de 70% dos empregados e dos ônibus nos horários entre 5h30 às 9h; das 11h às 14h e das 17h às 20h, sob pena de multa diária de R$ 30 mil.

Ainda conforme a ação, a categoria já descumpriu acordo anteriormente, durante a greve passada e pede prisão dos sindicalistas. O STETT/CR já foi informado sobre o pedido de liminar.

"A prisão que aqui é tratada não é pena criminal, nem prisão por dívida, bem como que não visa castigar o atingido, mas, compelir o desobediente ao cumprimento da ordem judicial, à qual deve ser decretada pelo Juiz do caso concreto, no próprio processo em que está sendo praticado o ato atentatório ao norte citado, devendo o magistrado, no entanto, obedecer ao devido processo legal", diz um trecho da ação.

João Vieira/A Gazeta

Na manhã de hoje (29), como ocorreu ontem (28), nenhum coletivo foi visto nas principais avenidas da Capital e região metropolitana. Cerca de 345 mil pessoas dependem do transporte público. Categoria reivindica reajuste no salário, no vale-alimentação e comissão para motorista.

A audiência de conciliação e instrução ocorre no período da tarde no Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT-23).

 

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Comentários

Rose Rodrigues - 29/05/2015

Nossa. N ão sei como está o salário da categoria, o que eu sei é que sempre que aumentam o salário também tem aumento na tarifa do ônibus, e olha que esses ônibus nem são tão bons assim. Muito me impressiona a lei, que não permite que um carro particular carregue mais que o permitido de pessoas com cinto de segurança que é multado, mas esses ônibus podem carregar quantas pessoas acharem necessários em um ônibus, sem cinto de segurança, nem sentados esses usuários não ficam, é uma falta de respeito com eles, ahhhhh... e onde es tá a lei? a polícia pra multar, pra apreender carteira de motorista, pra multar as empresas de ônibus? Sei bem onde está a resposta pra essas perguntas... CARTEL, ROUBALHEIRA, PALHAÇADA, FALTA DE VERGONHA NA CARA DESSES BANDIDOS.... O BRASIL É UMA PIADA, AS LEIS SÃO PIADAS, O POVO É PIADA......

Maria Sena - 29/05/2015

Greve é a única forma que os trabalhadores tem de serem ouvidos pelos empresários. E a "justiça" considera qualquer tipo de greve como abusiva atualmente. Prender os motoristas é uma forma de intimidação para enfraquecer a greve. Voltamos a Ditadura? Tem que prender é esses corruptos que roubam diariamente milhões dos cofres públicos e ainda cumprem pena em suas residencia.... isso quando são presos.

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