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05.12.2006 | 03h00

Operação Arca de Noé completa 4 anos com 4 presos

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Há quatro anos, no dia 5 de dezembro de 2002, a Polícia Federal dava início a uma das maiores operações realizadas em Mato Grosso, entrando na residência de João Arcanjo Ribeiro pela primeira vez, com decreto de prisão. Foi a operação Arca de Noé. Entretanto, Arcanjo já não estava mais no Estado. Só foi preso no Uruguai, no dia 11 de abril de 2003 e só retornou ao Brasil no dia 11 de março deste ano, quando foi extraditado.

Nestes quatro anos, dos 15 presos acusados de participarem da organização criminosa chefiada por Arcanjo, apenas 4 continuam atrás das grades, sendo que um deles, o ex-contador Luiz Alberto Dondo Gonçalves deve conseguir a progressão de regime, para o semi-aberto, ainda este ano. Desta forma, apenas Arcanjo, condenado hoje a 16 anos e 4 meses, o pistoleiro Hércules de Araújo Agostinho, condenado a mais de 96 de reclusão, e Fernando Barbosa Belo, que estava em regime semi-aberto, mas acabou voltando para o fechado, estão presos. Célio Alves está foragido desde o dia 24 de julho do ano passado.

Os outros acusados de fazerem parte da organização criminosa comandada por Arcanjo são seu ex-cobrador, João Leite, que cumpre pena em regime semi-aberto; a ex-esposa de Arcanjo, Silvia Shirata, que vive no Uruguai, Nilson Teixeira, também cumprindo pena em regime semi-aberto.

O ex-delegado Alair Fernandes, apontado como participante no esquema de lavagem de dinheiro, com remessas à Suíça, ficou preso por dois anos e recebeu o benefício da progressão de regime. O coronel aposentado Frederico Lepesteur, considerado o chefe da segurança do "Comendador", está solto. Na operação Arca de Noé também foram presos os coronéis Gonçalo de Oliveira Costa Neto e Marcondes Tadeu de Araújo Ramalho, que foram soltos em seguida. O uruguaio Júlio Bachs ficou preso por cerca de dois anos, acusado de participar do homicídio dos radialistas Rivelino Brunini e Fauze Jaudy, mas acabou absolvido pelo júri. O outro uruguaio, Adolfo Sesini, foi preso por ser sócio de Arcanjo na offshore Aveyron no Brasil. Ele cuidava dos negócios do Comendador no Uruguaia. Foi preso junto com Arcanjo em 10 de abril de 2003, em Montividéu. Entretanto, Sesini foi solto em dezembro de 2003. (AF)

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