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AVenida OITO DE ABRIL 02.05.2019 | 15h57

Sem reparos, córrego começa desabar e assusta moradores

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Marcus Vaillant

Marcus Vaillant

O Córrego Mané Pinto, que corta a Avenida Oito de Abril, em Cuiabá, está se tornando um risco para motoristas e pedestres. A parede de sustentação já desabou em vários pontos, ocasionando até a interdição parcial de um trecho da via.

 

O desabamento pode ser visto em vários pontos ao longe da via, que termina às margens do Rio Cuiabá. 

 

A situação mais preocupante está há poucos metros de um condomínio residencial. Acontece que o deslizamento levou junto um pedaço da pequena calçada e também do meio-fio. 

 

Leia também - Falta de água atinge 25 bairros de Cuiabá em até 48 horas

 

A Prefeitura de Cuiabá informou que reconhece o risco e que o local foi isolado pela Defesa Civil. 

 

Mas, apesar de isolado, o trecho não foi interditado e ao que parece, não há uma previsão para que o problema seja resolvido, já que a melhoria é esperada desde 2014, no fatídico pacote de obras de mobilidade urbana para a Copa do Mundo. 

 

O descaso é tanto, que nem a rotatória entre a avenida e a rua Barão de Melgaço foi concluída. O local é cercado por blocos de concreto e está cada vez mais danificado.

 

Moradores com receio

 

Há 17 anos morando em um residencial próximo ao córrego, a pedagoga e servidora pública aposentada, Maria de Fátima Dias Souza, 60 anos, lembra a importância da via para a região. 

 

“Essa avenida começa no Jardim Cuiabá e termina no Porto. São vários bairros durante a extensão da via. Estamos assustados com o risco iminente de atingir os condomínios residenciais dos dois lados”, disse. 

 

Para ela, a falta de manutenção, bem como o atraso da obra, se tornou um descaso com os moradores da avenida. “Não houve nenhum tipo de reparação na estrutura até hoje, fora que essa situação desvaloriza os imóveis da região”. 

 

Já a empresária Amanda Maciel, que é moradora do Jardim Cuiabá, tem a avenida como a principal via para chegar ao trabalho, na região do Coxipó. Assustada, relata medo durante o percurso. 

 

“Quem passa por aqui todos os dias, começa sentir os desníveis do asfalto, especialmente onde há desabamento do córrego. O meu medo é do asfalto ceder, imagina o risco que estamos correndo”, finalizou. 

 

Futuro da obra 

 

Iniciada antes do mundial de 2014, já foi paralisada e retomada inúmeras vezes. A Prefeitura de Cuiabá, em fevereiro deste ano, notificou à Secretaria de Estado de Infraestrutura, Logística e Obras Públicas (Sinfra) sobre a situação do local, apontando a necessidade de um reparo emergencial.

 

À reportagem, a assessoria de imprensa da Sinfra informou que em 2018 o Estado havia rescindido o contrato com a empresa responsável pela obra, a Engeglobal, mas que uma decisão judicial suspendeu o ato. 

 

Conforme a pasta, uma contratação emergencial seria feita para realizar os reparos, mas com a decisão judicial, a Engeglobal irá retomar as obra assim que forem terminados todos os tramites burocráticos. 

 

Estima-se que 67% da obra estava concluída quando paralisada pela última vez. 

 

O projeto é orçado em R$ 25,7 milhões, prevê o reforço das laterais, calçadas largas, novo asfalto, a implantação de um sistema de esgoto, entre outros.

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Comentários

Cidadão Cuiabano - 03/05/2019

Que tal comentar sobre a Miguel Sutil, na rotatória próxima ao MAKRO Atacadista? Está indo também....

1 comentários

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