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Alerta 17.07.2019 | 19h00

UFMT tem dívida de R$ 19 milhões, sendo R$ 5 milhões com energia

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Ana Flávia Corrêa

anaflavia@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) acumula R$ 5 milhões de dívidas referentes a energia elétrica dos 5 campi espalhados pelo Estado. Informação foi dada pela reitora Myrian Serra em coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira (17).

 

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De acordo com ela, desde 2015, quando o governo Federal retirou a isenção fiscal da conta de energia dos órgãos públicos, a conta da UFMT começou a atrasar. A partir de 2016, a energia era paga com atraso e juros. 

 

"E isso vem crescendo, porque a universidade se expandiu em todos os campi, obras, equipamentos, pesquisas. Então a conta de energia, além da tarifa que aumenta todo ano, a universidade se expandiu em equipamentos, recursos, nós utilizamos muito mais recursos de energia do que em 2017, por exemplo", explicou.

 

Myrian afirmou que em 5 anos a universidade triplicou o gasto com a energia. Em 2014 o gasto anual era de R$ 7 milhões e 2019 a previsão é de gasto de R$ 21 milhões. Apesar do crescimento da universidade, os recursos repassados pelo Ministério da Educação (MEC) diminuíram.

 

Este ano, conforme anunciado pelo ministro Abraham Weintraub, serão disponibilizados apenas 80% do orçamento à UFMT. Conforme explicou a reitora, 2017 foi o último ano que a universidade recebeu o dinheiro em sua integralidade. Em 2018 foram repassados 95%.

 

"Todos os atrasos são decorrentes de corte de orçamento, de contingenciamento. Esse ano nós temos um diferencial que agrava a nossa situação. Até o ano passado a gente tinha uma data que o dinheiro chegava e a gente se programava. Esse ano de 2019 a gente não tem previsibilidade nenhum. A gente não sabe quando vem o dinheiro e nem quanto, nós só sabemos da nossa dívida".

 

Para além dos gastos com energia, a universidade acumula um déficit de R$ 14 milhões referentes a gastos menores, como contratos com pessoal, segurança, entre outros. A reitora negou que haja má gestão e atribuiu às dívidas aos cortes do Governo Federal.

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Comentários

joana - 17/07/2019

estão dormindo na UFMT com o ar ligado

1 comentários

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