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novo presidente do BNDES 08.01.2019 | 16h40

Levy defende transparência no BNDES no futuro e no passado

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Alan Santos/Presidência da República

Alan Santos/Presidência da República

O novo presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Joaquim Levy, defendeu nesta terça-feira (8), que as ações da instituição sejam pautadas pela transparência tanto no futuro quanto de atos do passado.

 

Levy participou da cerimônia de transmissão de cargo, na sede do banco, no Rio de Janeiro e falou que a transparência é hoje "uma virtude bastante enraizada" e que "vai ser cada vez mais importante".

 

"Uma transparência em relação ao futuro, em relação ao passado. Porque isso que vai permitir construir um banco para os nossos dias, que contribua para um Brasil forte, limpo", acrescentou.

 

O discurso de Levy se alinha a algo prometido pelo presidente Jair Bolsonaro durante a campanha, de abrir a 'caixa-preta' do BNDES, especialmente em relação a empréstimos para grupos empresariais próximos dos governos petistas.

 

Na mira, também estão o financiamento de obras em países como Venezuela e Cuba, que eram feitas por empresas brasileiras.

 

Levy, que foi ministro da Fazenda de Dilma Rousseff, em 2015, e secretário do Tesouro Nacional no governo Lula (2003-2006), prometeu ainda firmar parcerias com a iniciativa privada para tocar grandes obras de infraestrutura.

 

"A nossa capacidade aqui no banco de trabalhar com PPI [Programa de Parcerias de Investimentos], com o Ministério da Infraestrutura, com parceiros, com agências reguladoras, para desenvolver esse fluxo de projetos de infraestrutura, na logística, na energia e em outros setores é um fator fundamental para aumentar a competitividade, principalmente, a produtividade do Brasil nos próximos anos. Além de, evidentemente, criar novos empregos."

 

De saída, o ex-presidente do BNDES Dyogo Oliveira elogiou o corpo técnico do banco e disse que não foram os servidores os responsáveis pelos erros ocorridos no passado. 

 

"Os equívocos que aqui foram cometidos, em sua enorme maioria, quase a totalidade, foram de orientação política. [...] O BNDES foi objeto de grandes críticas ao longo desses últimos anos e nós estamos hoje dando um ponto final a esse processo. De hoje em diante, é um novo BNDES."

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