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Cuiabá, Sexta-feira 23/08/2019

Judiciário - A | + A

Em 2008 31.07.2019 | 12h14

Advogado alvo da Lava Jato em Cuiabá já foi preso por fraude pela Polícia Federal

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Thalyta Amaral e Pablo Rodrigo

redacao@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

O ex-auditor da Receita Federal Marcosval Paiano, alvo de um mandado de busca e apreensão de documentos na Operação Lava Jato na manhã de quarta-feira (31), em Cuiabá, já foi preso em 2008 pela Polícia Federal por fraudes em exportações e importações.

 

Na época, Marcosval chegou a ficar preso na Polícia Interestadual (Polinter). A Operação Vulcano investigou fraudes em 8 estados, que causou um rombo de mais de R$ 600 milhões aos cofres públicos. Ele foi denunciado por corrupção passiva e formação de quadrilha.

 

Leia também - PF cumpre mandados de prisão da Operação Lava Jato em Cuiabá

 

Os envolvidos realizam importações sem pagar os tributos corretamente de produtos como cervejas, perfumes e aditivos químicos. Depois o grupo simulava exportações de cervejas, para se beneficiar da isenção de impostos.

 

Para que o esquema funcionasse, um grupo de auditores fiscais e analistas tributários da Receita Federal recebiam propina para não fiscalizarem determinadas cargas.

 

Segundo as investigações do Ministério Público Federal, Marcosval inseria dados falsos nos sistemas da Receita Federal, além de fazer declarações falsas para os órgãos.

 

Após ser demitido da Receita Federal pelos crimes cometidos, Marcosval foi aprovado no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e passou a advogar.

 

Operação Rock City

Na manhã desta quarta-feira (31) a Polícia Federal cumpriu mandados de prisão e busca e apreensão em Cuiabá e mais 15 municípios. As ações fazem parte da Operação Rock City, 62ª fase da Operação Lava Jato.

 

São investigadas empresas que pagavam propina para campanhas políticas e também que lavavam dinheiro através de transações fraudulentas. De acordo com as investigações, o esquema faz parte de uma engrenagem maior que pagava propina a funcionários públicos da Petrobras e do governo Federal. Além dos mandados, foi determinado o bloqueio de ativos financeiros dos investigados.

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