Publicidade

Cuiabá, Quarta-feira 19/06/2019

Judiciário - A | + A

CHACINA DE COLNIZA 20.05.2019 | 16h24

Advogado é morto e juiz quer que réu fique preso em Juína

Facebook Print google plus

Divulgação/SESP-MT

Divulgação/SESP-MT

O juiz Ricardo Frazon Menegucci, da Vara única de Colniza, espera resposta sobre a transferência do preso Ronaldo Dalmoneck para Mato Grosso. O detento é um dos quatro acusados pela chacina ocorrida em Colniza (1065 km a Noroeste de Cuiabá), na qual 9 pessoas foram mortas.

 

Leia também - Acusado de participar de chacina em Colniza é preso no interior de SP

 

O juiz também determinou que o réu encontre outro advogado. Ele era defendido por Sidnei Sotele, assassinado em Cocoal (RO), recentemente.

 

Dalmoneck está no Centro de Detenção Provisória Capela do Alto (SP) desde janeiro deste ano, quando foi detido em uma blitz da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em São Paulo. A Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo já consentiu para a transferência, mas agora o magistrado espera uma vaga na Cadeia Pública de Juína.

 

No ofício encaminhado à Comarca de Juína, no dia 17 de maio, Menegucci pede sobre a anuência da transferência de Delmoneck para a unidade prisional em troca do recebimento do detento Renato Ferreira Guedes na Cadeia Pública de Colniza, onde estão os demais acusados pela chacina.

 

Com a morte do jurista, a audiência referente a ação que investiga a chacina, que estava marcada para o dia 31 desse mês, foi cancelada até que o réu designe outro defensor.

 

O advogado foi assassinado a tiros, no dia 7 de maio, em frente a Câmara de Vereadores de Cacoal (RO), onde havia assumido o cargo de procurador há uma semana.

 

Sidnei Sotele também era defensor de Agnaldo Rodrigues de Carvalho , prefeito de Rondolândia (1600 km a Noroeste de Cuiabá).

 

O caso

Pedro Ramos Nogueira, Valdelir João de Souza, Ronaldo Dalmoneck e Moisés Ferreira de Souza foram denunciado por homicídio triplamente qualificado (mediante pagamento, tortura e emboscada).

Conforme a denúncia do Ministério Público, os nomes integram um grupo de extermínio denominado “os encapuzados”, conhecidos na região como “guachebas”, ou matadores de aluguel, contratados com a finalidade de praticar ameaças e homicídios. No dia da chacina, Pedro, Paulo, Ronaldo e Moisés, a mando de Valdelir, foram até Taquaruçu do Norte, (licalidade próxima a Colniza) munidos de armas de fogo e arma branca, onde executaram Francisco Chaves da Silva, Edson Alves Antunes, Izaul Brito dos Santos, Alto Aparecido Carlini, Sebastião Ferreira de Souza, Fábio Rodrigues dos Santos, Samuel Antonio da Cunha, Ezequias Satos de Oliveira e Valmir Rangel do Nascimento.

O grupo de extermínio percorreu aproximadamente 9 km, matando, com requintes de crueldade, todos que encontraram pelo caminho.

 

O crime teria sido motivado por briga por terras.

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Publicidade

Enquete

Sobre o projeto do VLT em Cuiabá

Parcial

Edição digital

Quarta-feira, 19/06/2019

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem

Publicidade

btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 21,90 0,92%

Algodão R$ 98,44 -0,95%

Boi a Vista R$ 126,50 -0,39%

Soja Disponível R$ 66,50 -0,15%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

Publicidade

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados, Gráfica Millenium e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2018 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.