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MACHISMO 15.05.2019 | 10h57

Conselho Estadual de Direitos da Mulher divulga nota de repúdio em apoio à delegada

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Marcus Vaillant

Marcus Vaillant

O Conselho Estadual de Direitos da Mulher de Mato Grosso (CEDM/MT) divulgou nota de repúdio contra a forma como a delegada Ana Cristina Feldner foi tratada devido a condução do seu trabalho à frente de uma investigação. Na manifestação pública, a entidade destaca que a antiga estratégia preconceituosa e machista de tentar desqualificar a mulher por meio da exposição da sua vida íntima.

 

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De acordo com o CEDM, o caso está relacionado ao ex-secretário de Estado de Segurança Pública Roger Jarbas,  quando escreveu defesa com relação à sua participação no caso das escutas ilegais em Mato Grosso (conhecido como Grampolândia Pantaneira). Nela Jarbas afirma que a delegada Ana Cristina Feldner, uma das responsáveis pela investigação, teria agido motivada por questões pessoais, insinuando envolvimento afetivo.

 

“É constrangedor perceber como na nossa sociedade uma pessoa que precisa prestar esclarecimentos num inquérito policial se sinta confortável para vir a público tecer considerações sobre a vida pessoal da delegada. Infelizmente, isso prova que as mulheres, mesmo alcançando cargos de relevância por seus méritos, ainda são submetidas a falsos julgamentos morais que objetivam desmerecer sua competência profissional”, diz em trecho da nota. 

 

Para o Conselho, em casos como este fica evidente a diferença de tratamento dado a homens e mulheres no exercício das diversas funções. “Quando esse tipo de atitude ganha repercussão na imprensa é um fato lamentável que não podemos aceitar”, finaliza. 

 

Grampolândia Pantaneira

 

Apelido dado para o caso dos grampos telefônicos ilegais – que veio à tona em maio, quando o promotor do Ministério Público e ex-secretário de Segurança Pública, Mauro Zaque, declarou que o então governador Pedro Taques (PSDB), desde 2015, tinha ciência do esquema de arapongagem existente na equipe para espionar adversários. 

 

À época, Zaque disse que o esquema foi promovido para obter informações privilegiadas de políticos, jornalistas, servidores e médicos. As ligações teriam sido interceptadas por meio de ‘barriga de aluguel’, utilizado pela Polícia Militar para monitorar os adversários de Taques.

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