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Operação Polygonum 11.01.2019 | 15h47

Ex-superintendente da Sema será monitorado por tornozeleira eletrônica

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João Vieira

João Vieira

Ex-superintendente da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), João Dias Filho usará tornozeleira eletrônica por ser considerado um dos líderes do grupo que organizava fraudes nas aprovações do Cadastro Ambiental Rural (CAR), conforme informações reveladas pela Operação Polygonum, do Ministério Público.  

 

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Preso em 12 de dezembro, o réu teve soltura determinada pelo desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), no dia 9 de janeiro.   

 

O uso de tornozeleira foi necessário visto que o ex-superintendente já teria demonstrado “concretamente sua intenção de prejudicar a elucidação dos fatos, seja mandando bilhetes para corréus, a fim de alinhar suas versões, seja orientando outros investigados a apagarem o conteúdo das conversas, ou tentando, em vão, retirar os computadores da sua empresa antes do cumprimento da medida de busca e apreensão”.   

 

Consta na decisão do desembargador que a prisão preventiva pôde ser substituída por medidas cautelares porque, com a posse do novo governador, a Sema é conduzida por uma nova secretária. O acusado “não terá a mesma facilidade, como, em tese, teria na gestão anterior, para ingressar nos arquivos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, prejudicando, com isso, a instrução criminal, ou praticando novos atos delituosos”.   

 

Também teve soltura decretada o ex-servidor Brunno César de Paula Caldas, acusado de ser o intermediador das transações fraudulentas. Ele teria recebido mais de R$ 200 mil em propina na forma de carros como Camaro e Hillux para fraudar cadastros de empresas.   

 

Para continuarem em liberdade, os dois acusados não podem frequentar a Sema, além de não manterem contato “por qualquer meio e/ou interposta pessoa, com os demais denunciados, com as testemunhas indicadas na inicial acusatória ou ouvidas em inquéritos policiais instaurados em decorrência da ‘Operação Polygonum’, e com os servidores da Sema”. 

 

Também fazem parte das medidas cautelares de ambos o comparecimento mensal em Juízo, todo dia 5 de cada mês, para “para informar e justificar suas atividades”.

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