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grupo de extermínio 31.03.2019 | 07h23

Fórum monta esquema de segurança para julgar Mercenários de VG

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Otmar de Oliveira

Otmar de Oliveira

O juiz Flávio Miraglia atuará no júri popular marcado para o dia 2 de abril que  deve sentenciar José Edimilson Pires dos Santos e os policiais militares Helbert de França Silva e Jonathan Teodoro de Carvalho, supostos membros de um grupo intitulado Mercenários de VG.  

 

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Eles são réus de uma ação penal em Várzea Grande, mas serão julgados em Cuiabá por questões de segurança. Os requeridos foram acusados de integrar grupo de extermínio composto por 19 pessoas que cometia homicídios por encomenda.   

 

Suposto bando ficou conhecido em 2016 pela atuação no caso nomeado como chacina do Cristo Rei. Crimes teriam sido praticados com o envolvimento de agentes de segurança privada e policiais militares que formavam organização criminosa.  

 

Além da chacina, o Ministério Público aponta que o grupo soma aproximadamente 18 assassinatos consumados e 4 tentados, fatos que originaram 13 ações penais.   

 

Segundo inquérito policial, crimes foram praticados pela organização criminosa formada com o objetivo de assassinar pessoas, não somente com antecedentes criminais, mas também sob encomenda, tendo como principal motivação o “comércio da morte”, e não o “exercício de justiça privada”, visto que além de indivíduos que possuem passagens criminais, matavam de forma “mercenária”.   

 

Informações do Judiciário esclarecem que o caso será julgado em Cuiabá  para que “seja assegurado que os Acusados tenham um julgamento justo e imparcial, realizado por um corpo de jurados que tenha liberdade de julgar, formando sua convicção livres de qualquer intranquilidade”.   

 

Forte esquema de segurança está sendo montado para julgamento. Juiz, membros do Ministério Público e jurados receberão escolta. Detalhes sobre a atuação antes e depois do júri não podem ser divulgados para assegurar a efetividade plano.   

 

Os policiais militares Helbert de França Silva e Jonathan Teodoro de Carvalho respondem a processo demissório, o qual está na fase de instrução. Ambos militares constam na relação de efetivo como presos no Presídio Militar de Santo Antônio de Leverger.

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