OPERAÇÃO MANTUS 30.07.2019 | 16h21

jessica@gazetadigital.com.br
João Vieira
O juiz Jorge Luiz Tadeu, da 7° Vara Criminal, negou o pedido de transferência requerido pelas defesas dos acusados o bicheiro João Arcanjo Ribeiro, o assessor Noroel Braz da Costa Filho e do suposto gerente da empresa Colibri, Mariano Oliveira da Silva, para outra unidade prisional do Estado.
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O trio está detido na Penitenciária Central do Estado (PCE), desde o dia 29 de maio, quando foi deflagrada a Operação Matus, pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).
A decisão negativa foi publicada no Diário de Justiça Eletrônico (DJE) desta terça-feira (30). A ação tramita sob sigilo e não há detalhes dos pedidos dos acusados.
“Ante a impossibilidade de transferência dos réus Noroel Braz da Costa Filho, João Arcanjo Ribeiro e Mariano Oliveira da Silva comunicada pelo Sistema Penitenciário, cientifiquem-se as Defesas constituídas pelos acusados”, diz a decisão.
Dos 33 presos na Operação Mantus, que investiga os jogos de azar e lavagem de dinheiro praticados pela Colibri e Ello FMC, apenas 3 mulheres tiveram a prisão preventiva convertida em prisão domiciliar.
Operação Mantus
A GCCO cumpriu mandados de prisão e busca e apreensão em Mato Grosso, São Paulo e Rio de Janeiro. O operação desmantelou duas organizações criminosas que atuavam há anos, atuando na lavagem de dinheiro e jogo do bicho. Uma delas é a Colibri, de Arcanjo, surgida nos anos 90, a polícia afirma que a empresa nunca parou de funcionar, mesmo com o líder preso. Ela era gerenciada pelo genro de Arcanjo, Giovanni Zem.
A outra é a Ello FMC, da qual o delator da Operação Sodoma, Frederido Muller Coutinho é dono. A empresa é concorrente da Colibri, e membros da organizações trocaram ameaças em brigas por pontos de venda das apostas.
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