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Operação Sangria 21.06.2019 | 09h54

Juíza nega pedido de Huark e médicos para derrubar medidas restritivas

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Marcus Vaillant

Marcus Vaillant

O ex-secretário municipal de Saúde, Huark Douglas Corrêa, principal alvo da Operação Sangria, continuará com as medidas restritivas impostas pela Justiça desde que deixou a prisão. A decisão é da juíza Ana Cristina Mendes, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, que negou o pedido da defesa para relativizar restrições por conta da profissão.

 

Além de Huark, os médicos Luciano Correia Ribeiro e Fábio Liberali também tiveram o pedido negado na última quarta-feira (19).

Para a magistrada, "o acolhimento do pedido da maneira como manejado pela defesa só poderia ser possível caso houvesse a revogação das medidas cautelares, o que, in casu, se demonstra incabível", diz trecho da decisão.

 

A defesa alegava que a relativização das restrições seria necessário para que os médicos pudessem realizar os seus plantões, já que concursados e a "proibição de acesso ou frequência em Órgãos da Administração Pública e Unidades de Saúde Pública Municipal e Estadual causa embaraço ao exercício do serviço público".

"As medidas cautelares fixadas devem ser fielmente cumpridas, devendo a elas se adaptarem os acusados, porquanto os compromissos profissionais não podem servir para relativizá-las ao ponto de torná-las inócuas", rebateu Ana Cristina Mendes.

 

Huark Correia, Luciano Correia e Fábio Liberali, foram presos no dia 30 de março, durante a 2ª fase da Operação Sangria. Ambos admitiram o pagamento de propina a agentes públicos para fraudar licitações na área da saúde, e foram soltos no dia 3 de maio, com o compromisso de colaborar com a sinvestigações.

Atualmente o processo se encontra na Justiça Federal, já que o esquema envolveria recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Nos bastidores a informação é que ambos deverão firmar acordo de delação premiada. O esquema envolverias, vereadores, gestores, e mais autoridades pública.

Sangria

 

A investigação da Delegacia Fazendária (Defaz) apura fraudes em licitação, organização criminosa, corrupção ativa e passiva, crimes cometidos através de contratos celebrados com as empresas usadas pela organização, em especial, a Sociedade Mato-Grossense de Assistência Médica em Medicina Interna (Proclin), Serviços de Saúde e Atendimento Domiciliar (Qualycare) e Prox Participações.

 

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