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Brigas e falsificação 17.07.2019 | 15h56

Militar diz que desvios de verbas no Gaeco comprou até cão

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João Vieira

João Vieira

(Atualizada às 18h03)Procurado, o promotor de Justiça Marco Regenold afirmou que o Gaeco não comprou cão, conforme informado pelo cabo Gerson. O promotor relatou que a instituição ganhou uma filhote de labradora e que foi treinada para operações de combate às drogas.  O cão farejador vive no canil do Bope, disse.

 

"Mentiu Marco Aurélio, mentiu Marcos Bulhões, mentiu o procurador de Justiça dizendo que nenhuma "Barriga de Aluguel passou pelo Núcleo de Inteligência do Gaeco e passou a nos tratar como criminosos. Falaram tudo na mídia que fizeram auditoria. Mentira",  reforça cabo Gerson Corrêa, que responde pelas escutas ilegais, conhecida como "Grampolândia Pantaneira".  

 

O depoimento está sendo prestado ao juiz da 11ª Vara Criminal, Marcos Faleiros. O promotor de Justiça, Vinicius Gahyva, acompanha o reinterrogatório.

 

Leia também -Cabo confessa falsificação para atender promotor de Justiça

 

Segundo o militar, o Ministério Público Estadual (MPE) nunca apurou as denúncias feitas por ele e continua mentindo sobre auditoria. Ele diz que tudo qye sabia foi contado para o procurador de Justiça, atual coordenador do Naco, Domingos Sávio. O cabo cita pelo menos 15 operações em que foi usada "Barriga de Aluguel".

 

Falsificação de assinatura Como relatado pelo coronel Evando Lesco, Gerson também cita episódio em que o promotor Marcos Regenold falsificou assinatura de analista para prorrogar período de interceptação contra alvos do Gaeco. Ele também teria alterado o conteúdo do relatório.   

 

Desvio de verba secreta  

Em 2015, a assessoria do Gaeco procurou alguns agentes para assinar documentos referentes a prestação de contas. "A assessora do Marco Aurélio teria procurado o coronel Lesco na Casa Militar, com algumas prestação de contas com datas retroativas , que substituiriam outras prestações de contas anteriores"

 

Briga entre promotores Briga entre Marco Aurélio e Samuel Frungilo teve que ser separada por outros promotores. A discussão era sobre o uso da verba secreta do Gaeco. A assessoria foi desligada do MPE. A verba secreta era direcionada às despesas com operações e o que sobrava era devolvido à assessora do Gaeco. Ficando à disposição para novos gastos e acabava perdendo o controle.

 

"Vi Célio Wilson consertar moto particular com dinheiro da verba secreta. Marcos Regenold comprou cães, Marco Aurélio comprou rastreador. Vai me dizer que isso não é desvio de finalidade?", questiona o militar ao citar nome de promotores de Justiça.

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Comentários

Erivaldo - 17/07/2019

ihhhh.... ventilador ficou todo sujo agora....... só mer...... e agora josé? será que vai mais gente presa???

1 comentários

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