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operação sangria 04.01.2019 | 13h25

STJ mantém prisão de ex-secretário adjunto acusado por fraudes na Saúde

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Otmar de Oliveira

Otmar de Oliveira

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou na quinta-feira (3) pedido liminar pela revogação da prisão preventiva decretada contra o ex-secretário adjunto de Saúde de Cuiabá, Flávio Alexandre Taques.  

 

Leia também - Secretário estadual de Saúde anuncia nova gestora do Hospital Regional de Rondonópolis

 

Ele possui mandado de detenção expedido em consequência da Operação Sangria, desencadeada no dia 18 de dezembro por supostas fraudes na Saúde.    

 

O conteúdo da decisão que negou liberdade tem previsão de publicação prevista para o dia 1ª de fevereiro de 2019, somente após o recesso do Poder Judiciário.    

 

Em instância inferior, Flávio também teve pedido negado. Ele tentou estender decisão que revogou detenções de outras 7 pessoas citadas na Sangria.   

 

Contra o preso preventivo existem imagens sobre destruição de provas, supostamente queimadas na churrasqueira do prédio em que Flávio Taques vive, em Cuiabá.   

 

Após queimar os documentos, o investigado passou 16 dias foragido, impedindo medida cautelar de recolhimento no Centro de Custódia de Cuiabá. Flávio Taques se entregou à Polícia Civil no dia 2 de janeiro.    

 

A investigação da operação Sangria apura fraudes em licitação, organização criminosa, corrupção ativa e passiva, crimes cometidos através de contratos celebrados com as empresas usadas pela organização, em especial, a Sociedade Mato-Grossense de Assistência Médica em Medicina Interna (Proclin), Serviços de Saúde e Atendimento Domiciliar (Qualycare) e Prox Participações.           

 

Foram alvos de mandados de prisão no dia 18 de dezembro o ex-secretário de Saúde, Huark Douglas Correia, Fábio Liberali Weissheimer, Adriano Luiz Sousa, Kedna Iracema Fonteneli Servo, Luciano Correa Ribeiro, Flávio Alexandre Taques da Silva, Fábio Alex Taques Figueiredo e Celita Natalina Liberali.        

 

Todos os outro alvos já estão em liberdade após decisões judiciais. 

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