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Judiciário - A | + A

Cita Taques, Selma e Julier 19.06.2019 | 16h21

Stringueta tem interesse político, acusa defesa de Arcanjo

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Pablo Rodrigo e Allan Mesquita

redacao@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

O advogado do João Arcanjo Ribeiro, Zaid Arbid, acusa o delegado da Gerência do Combate ao Crime Organizado (GCCO), Flávio Stringueta, de utilizar o ex-bicheiro para tentar uma cadeira no Parlamento Federal. As afirmações constam no pedido de habeus corpus protocoladas na 7º Vara Criminal de Cuiabá.

 

“O delegado de Polícia Flávio Stringueta que, no sonho de uma cadeira no Parlamento Federal, chegou ao extremo de arrumar palanque popular no dia do interrogatório de João Arcanjo Ribeiro”, diz trecho do documento.

Leia também - Acusação contra Arcanjo é a mesma de operações passadas

 

Zaid defende que Stringueta teria reprimido o diretor da Penitenciária Central por não ter raspado o cabelo de Arcanjo com intuito de ganhar destaque na imprensa.

 

Zaid afirma também que o ex-governador Pedro Taques (PSDB) teria utilizado das denúncias oferecidas contra Arcanjo ainda enquanto procurador da República para ganhar vantagem em palanque eleitoral.

“José Pedro Taques, que, como  acusações e publicidades, sempre se colocando como o algoz do comendador, deixou a Procuradoria da República, visitou o Senador a República e chegou ao Governador do Estado de Mato Grosso, onde experimentou do próprio veneno”, ressalta.

 

O mesmo teria acontecido com o então candidato derrotado à Prefeitura de Cuiabá e ao governado Estado, o ex-juiz federal Julier Sebastião (PDT). Zaid afirma que mesmo após ter Julier declarado suspeito em processo de Arcanjo, continuou utilizando o caso em campanhas eleitorais fracassadas.

“Após implacável perseguição pessoal imposta a João Arcanjo Ribeiro, que lhe gerou inclusive a suspeição processual, passou a seguir os passos do ídolo Taques, deixando a magistratura federal e com reiteradas derrotas eleitoral, pôs-se à beira do caminho da política, esperando sorte das urnas vingar”, diz em outro trecho.

 

Por fim, a defesa ainda cita a senadora cassada Selma Arruda (PSL), que teria julgado ações da Operação Arrego, que envolvia o ex-comendador em 2008. Segundo a defesa, Selma foi a responsável por sua transferência para o presídio de segurança máxima, onde ficou por mais de 10 anos.

"Dias desses, decretou nova prisão preventiva em 18 ações penais - todas suspensas pelo juízo 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá -, mantida sob sigilo, inclusive da defesa, e divulgada em período pré-eleitoral, cuja decisão foi anulada", justifica o advogado.

 

Operação Mantus

A Operação Mantus foi deflagrada no dia 29 de maio passado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia Fazendária para investigar a prática de contravenção do jogo do bicho e lavagem de dinheiro.

 

As empresas Ello FMC e Colibri são apontadas como administradoras dos jogos de azar Estado e 32 pessoas foram presas na ação policial.

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