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argumento da defesa 20.06.2019 | 16h20

Velho e com nome sujo, Arcanjo guarda dinheiro no colchão

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João Vieira

João Vieira

A defesa de João Arcanjo Ribeiro, coordenada pelo advogado Zaid Arbid, descreve o comendador, preso há 3 semanas, como um homem perseguido politicamente e que passava por dificuldades em sua vida fora da prisão, como o fato de não conseguir abrir conta bancária por estar com o nome sujo, motivo que o levou a guardar dinheiro em casa.

 

No pedido de revogação da prisão, Arbid afirma que Arcanjo foi preso em "retaliação operada por seus imbatíveis desafetos e ambiciosos candidatos à política" e que ele foi envolvido na Operação Mantus “apenas pela sua notoriedade e pelo seu passado, visando repercussão midiática de suas diligências".

 

Leia também - Stringueta tem interesse político, acusa defesa de Arcanjo

 

Durante a prisão de Arcanjo, foram encontrados mais de R$ 200 mil em dinheiro em sua casa, o que a defesa explica como consequência dos processos que ele responde e por isso não consegue abrir conta corrente em nenhum banco.

 

"É costume do requerente guardar consigo ou em casa valores para subsidiar despesa próprias e familiares, inclusive atender débitos passados, Aliás, por possuir restrições não só em seu cadastro de pessoa física, não tem e não consegue ter conta corrente e acesso a crédito em instituição bancária", consta no documento.

 

A defesa também alega que o inquérito não possui provas concretas e que a "a responsabilidade penal é subjetiva. Não se pode prender, não se pode processar, não se pode cancelar direitos e não se pode condenar com a adoção de inícios ou hipóteses, ínsitos da responsabilidade objetiva".

 

Segundo o advogado, a prisão não pode ser mantida sem que haja provas materiais e que como Arcanjo já tem 68 anos de idade, não pode “aguardar alguns anos para ser reconhecida a improcedência do pedido acusatório e ser restaurado o seu direito subjetivo”.

 

E que o comendador “não pode e não suporta mais ser utilizado como instrumento de um processo ou como objeto de uma campanha eleitoral".

 

Operação Mantus
Deflagrada em 29 de maio, a Operação Mantus, da Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia Fazendária, investiga crimes de lavagem de dinheiro e jogo do bicho. As investigações apontam que Arcanjo continua liderando o jogo do bicho no estado, dessa vez em sociedade com seu genro, Giovani Zem.

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