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12.10.2017 | 08h00

Mãe reclama de atendimento na Policlínica do Planalto

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Mãe de criança de 5 meses que precisou usar os serviços da Policlínica do Planalto, em Cuiabá, reclama de demora no atendimento, maus tratos dos servidores e estrutura precária da unidade, que na avaliação dela não tem condições de internar ninguém.

Fernanda de Lana

Após a filha, Ágatha, de 5 meses passar mal em casa no final de semana, na segunda-feira (9) a  universitária, Fernanda de Lana, 30, levou a menina até a unidade de saúde em busca de auxílio. Após aguardar por mais de 3 para a filha ser atendida, a pediatra suspeitou de pneumonia e internou a criança.

Fernanda na ala de internação a situação é ainda pior. “A policlínica está precária, nem lugar para dar banho na criança tem direito, o ar condicionado está queimado e ventilador não gira, além de ter muitos pernilongos. Fora isso, fiquei 3 dias lá e não havia cadeira para acompanhante”, citou.

A universitária diz ainda que são poucos funcionários na unidade e que eles foram mal educados e negligentes. “A médica passou uma medicação que tinha que ser dada a cada de 24 horas. Na primeira vez deram o remédio às 17h45 lá pelas 21h já dar novamente, eu questionei e ela viu que não estava na hora”, acusa. “Minha filha correu riscos com apenas 5 meses. Pago imposto e não estou tendo o atendimento merecido. Internam crianças lá sem ter condições alguma”, reclamou.

Após reclamação, a paciente foi encaminhada ao Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá, onde segue internada na Ala da pediatria.

A secretaria de Saúde de Cuiabá, Elizeth Araújo, reconheceu que a Policlínica do Planalto precisa passar por uma reforma, que há inclusive projeto pronto, mas as obras só devem começar em 2018. “A previsão orçamentária para as obras é de cerca de R$ 580 mil”.

Informou que manutenção de partes do prédio como banheiro é realizada constantemente e que o ar condicionado deve ser trocado nos próximos dias. Alegou que houve uma sobrecarga por conta da superlotação e o aparelho acabou pifando. “Além do grande número de usuários, tem feito muito calor nos últimos dias”, considerou.

Rodinei Crescêncio

 

 

 

 

 

A secretária ainda destacou que devido à crise financeira que o país enfrenta acabou aumentando a demanda pelos serviços públicos. “Houve aumento da demanda por conta de pessoas que perderam os planos de saúde e pela dificuldade dos filantrópicos atender os pacientes. A Santa Casa era a referência na pediatria aqui e agora está paralisada, além disso nessa época do ano há aumento de casos de crises respiratórias, principalmente em crianças”, justificou.

 

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