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propina de US$ 4 milhões 17.04.2019 | 17h54

Ex-presidente do Peru se suicida após ordem de prisão no caso Odebrecht

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Fabiano Pool

Fabiano Pool

O ex-presidente peruano Alan García, de 69 anos, morreu na manhã desta quarta-feira (17), horas após atirar na própria cabeça, durante o cumprimento de um mandado de prisão contra ele, em Lima.

 
 

A informação foi confirmada pelo advogado do ex-presidente, Erasmo Reyna, no Twitter.

 

García, que foi presidente por dois mandatos (1985-1990 e 2006-2011) foi levado pelos próprios policiais da casa dele, no bairro de Miraflores, até um hospital próximo, onde passou por cirurgia.

 

Quando os agentes chegaram para cumprir o mandado de prisão temporária de dez dias, García disse que precisava ligar para seu advogado e se trancou em um quarto. Ouviu-se então um disparo de arma de fogo.

 

Quando os policiais forçaram a porta, encontraram o político sentado com um ferimento na cabeça. Informações divulgadas pelo hospital davam conta de que o ex-presidente teve três paradas cardiorrespiratórias depois de dar entrada na unidade de saúde.

 

Em frente ao hospital Casimiro Ulloa centenas de apoiadores de García choravam após a notícia da morte. O congressista Mauricio Mulder, amigo do ex-presidente, lamentou a morte em entrevista coletiva na porta do hospital. "Para nós, apristas [filiados da Aliança Popular Revolucionária Americana], que somos sua família, é um ato de dignidade e de honra, frente a uma perseguição fascista que se confabulou em setores do Ministério Público, da imprensa oligárquica e dos inimigos políticos que buscam o escárnio e o insulto nas agressões diretas contra o presidente García."

 

O político foi acusado de receber dinheiro de propina da construtora Odebrecht para favorecer a empreiteira nas obras da linha 1 do metrô de Lima. Ele no entanto, não havia tido qualquer condenação criminal por esse crime, que estava em fase de investigação. 

 

Os investigadores apontam que cerca de US$ 4 milhões estavam depositados em uma conta de Luis Nava, ex-secretário de García durante seu segundo mandato presidencial. Ele sempre negou as acusações.

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