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28.02.2018 | 09h56

Massacre da Flórida poderia ter sido ainda mais grave, afirma polícia

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O massacre da Flórida, que nesta quarta-feira (28) completa duas semanas, poderia ter sido ainda mais grave. A informação foi divulgada na terça-feira pela CNN, que a recebeu de uma fonte na polícia do condado de Broward.

Segundo o policial, o estudante Nikolas Cruz, 19, responsável pelo tiroteio, disparou menos da metade das balas que levou para dentro da escola secundária Marjory Stoneman Douglas.

Parada inexplicável

Reprodução

A polícia de Broward encontrou diversos cartuchos deixados por Cruz dentro da escola, com cerca de 180 balas não disparadas. Durante o massacre, ele disparou por volta de 150 tiros.

Segundo o relato do policial à CNN, todos os cartuchos encontrados, usados e não usados, teriam suásticas desenhadas. A rede não conseguiu confirmar a informação.

Os policiais não sabem dizer o motivo que levou o adolescente a parar de atirar, mas ele largou seu rifle AR-15 no local e se misturou aos demais estudantes que deixavam a escola, para escapar.

A investigação também encontrou marcas em uma das janelas que mostram que Cruz pode ter tentado quebrar o vidro, possivelmente para disparar nas pessoas que estavam do lado de fora. Mas o vidro, mais resistente para suportar os furacões que são comuns na Flórida, não se quebrou.

Pergunta salvadora

Na terça-feira, o depoimento de um dos socorristas que chegaram para atender as vítimas do tiroteio chamou a atenção. Uma decisão acertada do bombeiro Laz Ojeda salvou a vida de uma aluna que poderia ter sido a 18ª vítima fatal do massacre.

Ojeda chegou à escola na terceira ambulância, e ficou responsável pela aluna Maddy Wilson. Ao atendê-la, recebeu dos colegas a informação de que ela teria 15 anos de idade.

A adolescente estava em choque, recebera pelo menos três tiros, perdera muito sangue e quase não respirava. A instrução que os socorristas receberam era para levar os pacientes mais novos para o hospital Central de Broward, que tem uma ala infantil, mas fica a quase 50 quilômetros da escola.

Ojeda achou que a menina parecia mais velha e conseguiu acordá-la por um instante e fazer com que ela respondesse a idade: 17 anos. Com isso, pediu para o motorista da ambulância mudar a rota para um hospital que ficava a apenas 15 quilômetros.

Segundo os médicos que atenderam Maddy, a decisão salvou a vida da adolescente. Mesmo chegando em um estado de saúde bem delicado, ela pôde se recuperar bem e já está em casa.

"Eu só quero dizer que sou muito grata por estar aqui, e isso não seria possível sem os policiais, os socorristas e esses médicos incríveis", disse a adolescente, durante a coletiva de imprensa.

 

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