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Polícia - A | + A

em Cuiabá 15.03.2019 | 11h25

Auxiliar usa ‘taser’ para ameaçar crianças autistas em escola

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Silvana Ribas

Reprodução

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Crianças autistas são amedrontadas e ameaçadas com aparelho de choque usado por auxiliar em escola de alunos especiais em Cuiabá. Fato resultou em denúncia policial da direção da unidade e na apreensão do equipamento com potência de 300 whatts, na manhã de quarta-feira (13). O aparelho era manuseada por um auxiliar de sala de aula de 25 anos, que foi flagrado pela professora da classe. Pouco antes de entrar na sala a professora ouviu o som estranho do equipamento sendo acionado. Ao perceber que as crianças estavam assustadas, algumas chorando, questionou o que o rapaz havia feito.  

 

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O auxiliar tentou desconversar, mas o grupo de alunos, que não fala, usou de gestos e sinais apontando para o bolso da calça do suspeito T.C.S., 25. A professora foi rápida e pegou o equipamento. Outros professores interviram e informaram a direção da unidade, que optou por acionar policiais militares da base mais próxima. Durante a confusão, o jovem deixou a escola.    Enquanto a diretora da unidade estava na Central de Flagrantes, registrando a ocorrência e pedindo providências, o funcionário ligou diversas vezes para ela, exigindo a devolução da arma não letal, que ficou apreendida e deverá ser encaminhada para a 2ª Delegacia de Polícia no bairro Planalto, que dará sequência à investigação.   

 

Segundo a diretora, o jovem auxiliar foi contratado há cerca de 30 dias e em seu currículo não havia nada que o desabonasse para a atuação com crianças especiais. Inclusive já tinha atuado como auxiliar em sala de aula. Após o incidente, ela relata que ele procurou a direção e pediu dispensa da função, alegando que estava arrependido. Explicou que como atua como entregador de pizzas à noite, teria comprado a arma para sua defesa e que não iria ferir as crianças.    

 

Na opinião da diretora, o ato do funcionário pode ser classificado como uma “infantilidade”. Mas assegura que ele não teria mais condições de ficar na unidade. Durante a confecção da ocorrência, a diretora disse que policiais militares informaram que a máquina de choque e defesa pessoal apreendida, conhecida como “Taser”, é bastante potente, inclusive muito mais potente que a usada por policiais. Explicaram que esta arma, comprada no Paraguai, não teria uso permitido no Brasil.

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