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CONFUSÃO EM CONDOMÍNIO 07.08.2019 | 08h10

Defesa afirma que ex-candidato é vítima de falsa acusação

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Gazeta Digital

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Pela primeira vez desde que foi acusado de agredir uma criança de 9 anos na área de lazer de um condomínio de Cuiabá, o ex-candidato a deputado estadual Alex Rabelo falou sobre o caso e afirmou que apesar de ter tido uma reação enérgica, não houve agressão.

 

A mãe do menino registrou o caso na Polícia Civil na última quinta-feira (1) e afirmou que irá acionar Alex judicialmente.

 

Para Daniel Ramalho, advogado de Alex, ele é vítima de uma acusação infundada, que pode ser comprovada pelos vídeos do circuito interno do condomínio e também pelo depoimento de moradores do local. 

 

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Conhecido por sua candidatura ao legislativo estadual, Alex é funcionário de em uma empresa privada e há 9 anos está à frente do projeto Amigo do Bairro, que atua com crianças e moradores da periferia de Cuiabá. 

 

“Para mim, que trabalho direto com crianças, seja na busca pelo bem-estar ou na defesa dos direitos, é uma acusação que mexe muito com meus princípios. Eu não agredi o menino, eu tive uma reação enérgica por ser pai e pela situação que foi relatada naquele momento, mas não houve agressão”, disse Alex ao

 

Segundo Alex, sua filha de 8 anos estava na área social do condomínio com as crianças, quando o vizinho de 9 anos chegou, disparou uma arma de dardo próximo ao olho da menina e que, na sequência, o garoto teria passado a mão nas partes íntimas dela. 

 

“Minha reação foi por essa segunda questão, foi um instinto de preservar ela. No dia do fato, eu disse aos policiais que eu apenas o empurrei para ele se afastar dela, o que foi reconhecido pelas testemunhas”. 

 

No vídeo divulgado à imprensa, Alex é visto segurando o menino próximo ao pescoço, o segurou pela camiseta quando ele tentou correr e que, já próximo ao hall de entrada do prédio, o empurra pela cabeça. 

 

Outra versão

 

O que as imagens não mostram, mas que foi apresentado à reportagem por Alex e Ramalho, é que o menino entra no elevador normalmente, mexe em um celular e chega ao andar que mora com a mãe.

 

Minutos depois, já é visto ao lado dela, entrando novamente no elevador e chorando. A uma vizinha, ela chega a relatar a suposta agressão sofrida pelo garoto. 

 

O menino também faz gestos de soco no rosto durante a conversa com a vizinha no elevador. 

 

Na delegacia, a mãe do menino reafirmou as agressões, afirmando que ele foi atingido por socos no rosto e na barriga. 

 

Em conversa no grupo de moradores do condomínio, ela mandou uma mensagem pedindo para que rezassem pelo menor, que havia sido internado com sangramento e que estava urinando sangue. 

 

No entanto, testemunhas ouvidas pela polícia, no dia da ocorrência, afirmaram não terem presenciado nenhuma agressão. 

 

Defesa aciona Ministério Público 

 

Conforme Ramalho, o Ministério Público do Estado (MPE), a Delegacia de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) e o Conselho Tutelar foram oficializados com o objetivo de acompanhar a situação do menino.

 

“Em conclusão, existe uma criança que precisa de cuidados e proteção de órgãos públicos, pois há algo ocorrendo em sua vida que tem contribuído para que tenha atitudes que não são inerentes a uma criança de 9 anos de idade. Uma criança agressiva e que não consegue brincar de forma amigável com outras crianças, fala de violência, sexo e morte constantemente”, explica o advogado. 

 

Por enquanto, Alex e seu advogado afirmaram que não vão acionar a mãe da criança. 

 

“Nesse primeiro momento, vamos abster de uma ação civil e criminal. Alex está em um momento delicado e não quer ter mais desgastes. Vamos provar a sua inocência. Agora, se ela continuar os ataques, como tem feito em redes sociais, não teremos alternativa”, finalizou Daniel.

 

No fim da entrevista, Alex mostrou uma foto em que o menino aparece sentado ao lado dele na quadra do condomínio. “É um menino que eu tenho convivência, que eu conversava, me importava e importo. Ele precisa ser acolhido”.

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